26 de abril de 2018

Resenha | Uma Proposta e Nada Mais - Mary Balogh


Livro cedido em parceria com a editora.

Autora: Mary Balogh

Série: Clube dos Sobreviventes #1

Número de páginas: 272

Ano: 2018

Editora: Arqueiro

Skoob: AQUI

Compre: Amazon
Sinopse: Após ter tido sua cota de sofrimentos na vida, a jovem viúva Gwendoline, lady Muir, estava mais que satisfeita com sua rotina tranquila e sempre resistiu a se casar novamente. Agora, porém, passou a se sentir solitária e inquieta, e considera a ideia de arranjar um marido calmo, refinado e que não espere muito dela.

Ao conhecer Hugo Emes, o lorde Trentham, logo vê que ele não é nada disso. Grosseirão e carrancudo, Hugo é um cavalheiro apenas no nome: ganhou seu título em reconhecimento a feitos na guerra. Após a morte do pai, um rico negociante, ele se vê responsável pelo bem-estar da madrasta e da meia-irmã, e decide arranjar uma esposa para tornar essa nova fase menos penosa.

Hugo a princípio não quer cortejar Gwen, pois a julga uma típica aristocrata mimada. Mas logo se torna incapaz de resistir a seu jeito inocente e sincero, sua risada contagiante, seu rosto adorável. Ela, por sua vez, começa a experimentar com ele sensações que jamais imaginava sentir novamente. E a cada beijo e cada carícia, Hugo a conquista mais – com seu desejo, seu amor e a promessa de fazê-la feliz para sempre.


— Sou apenas um homem comum, Gwendoline. Talvez seja isso que venho tentando lhe dizer o tempo todo.
— É um homem extraordinário — corrigiu ela. — Mas sei o que quer dizer. Nunca pediria que fosse mais do que é, Hugo. Ou menos. Não espere isso de mim.

Antes de começar a resenha vou explicar bem resumidamente a proposta da série Clube dos Sobreviventes. Trata-se de uma série que contará a história de um grupo de amigos que sofreu com os horrores das Guerras Napoleônicas; uns sofreram as dores no corpo, outros na alma, mas todos compartilham as sombras daqueles tempos. São eles Flavian Artnott, visconde Ponsonby; Ralph Stockwood, conde de Berwick; Vincent Hunt, lorde Darleigh; sir Benedict Harper e Hugo Emes, que por conta da sua bravura ganhou o título de lorde Trentham.

Esses oficiais despertaram a compaixão de George Crabbe, duque de Stanbrook, que havia sofrido suas próprias perdas. O sétimo integrante do clube é Imogen Hayes, lady Barclay, prima distante de George e viúva de um oficial capturado que morreu sob tortura.

Todo ano estes sete amigos passam algumas semanas juntos na Cornualha, mais precisamente em Penderris Hall, propriedade de George, e são as histórias destes personagens que conheceremos ao longo desta série promissora.


Hugo Emes é filho de um próspero comerciante que ao invés de seguir os passos do pai resolve repentinamente entrar para o exército, decisão que faz o velho senhor ficar muito decepcionado. Considerado herói por seus feitos em Badajoz, Hugo não se orgulha do título recebido em honra aos seus méritos. Ele passa boa parte do tempo recluso em sua propriedade campestre, mas é chamado às pressas para dar adeus ao pai em seu leito de morte. Os dois acabam se acertando e Hugo herda o legado e a fortuna dos Emes, além da responsabilidade de cuidar da madrasta, Fiona, e da meia-irmã, Constance.

Após perder um dos encontros do Clube, Hugo está - à sua maneira - ansioso para reencontrar os amigos para lhes contar as novidades e também pedir alguns conselhos...

Acontece que seu pai queria que o legado da família fosse passado de pai para filho, mas Hugo sequer é casado. Sendo assim, para honrar a promessa feita ao pai em seu leito de morte, Hugo precisa se casar, mas não faz a mínima ideia de onde e como encontrar uma esposa!

— É a parte que diz respeito ao filho que abate meu ânimo agora — contou Hugo. — Teria que ser legítimo, não é? Eu precisaria de uma esposa. É o que vou enfrentar quando sair daqui. Está decidido: preciso encontrar uma esposa. Não consigo nem imaginar! Perdão Imogen. Não tenho nada contra as mulheres. Só não quero ter uma todos os dias na minha vida. Ou na minha casa.

Gwendoline Greyson, lady Muir, fora casada com Vernon, visconde de Muir. Após a morte do marido, Gwen resolveu voltar para a casa da mãe e leva uma boa vida, não se ressentindo por, por exemplo, não ter filhos; entretanto, repentinamente, Gwen começa a se sentir solitária sem saber bem o porquê.

Sabendo como a viuvez pode ser difícil, Gwen viaja para a Cornualha a fim de fazer companhia a Vera, uma amiga distante que acaba de perder o marido. Mas não demora muito para ela começar a se arrepender da visita, já que Vera é uma pessoa muito negativa e amarga, capaz de proferir os mais cruéis comentários. E é após um deles que Gwen se enraivece e resolve sair para dar uma volta na praia, passeio que se mostra difícil por conta de sua perna manca. Quando resolve retornar, Gwen tenta cortar caminho por uma encosta um pouco íngreme e, claro, acaba se acidentando.


Quem a salva? Acertou quem pensou em Hugo, que estava dando uma volta em Penderris Hall e acaba presenciando o ocorrido. Ele leva Gwen para a mansão para que possam verificar o tamanho do estrago. Um médico é chamado e aconselha repouso absoluto, sendo assim, George faz questão que Gwen permaneça em Penderris Hall. A jovem viúva reluta, mas acaba sendo vencida e aceita o gentil convite... é aí que tudo começa.

Era um homem terrivelmente atraente, pensou ela com alguma surpresa e um pequeno arrepio diante da constatação. Não deveria ser. Era grande demais para ser elegante ou gracioso. O cabelo estava curto demais para suavizar a aspereza de seus traços ou a linha rija da mandíbula. A boca era reta demais e tensa demais para ser sensual. Os olhos, escuros demais e penetrantes demais para fazer com que uma mulher desejasse mergulhar neles. Não havia nada que sugerisse charme, humor ou qualquer calor em sua personalidade.

Hugo começa a achar aquela dama muito interessante, ela não se parece nem um pouco com o tipo de mulher com o qual ele está acostumado. Junte isto ao fato dela pertencer à aristocracia, grupo que Hugo despreza por ter sido desprezado por eles. Seu tipo de esposa ideal, se é que existe um, pertence à classe média, de preferência filha de algum próspero comerciante assim como seu pai, e não uma dama da aristocracia provavelmente esnobe e fútil.

Gwen não sentia atração por um homem desde que ficara viúva, há sete anos. Mas a presença imponente, o jeito sisudo e a austeridade de Hugo lhe chamam muito a atenção. Ela enxerga nele muito mais do que ele deixa transparecer, mas será tudo fruto da solidão que ela vem sentindo? Ela sentiria isso por qualquer homem que cruzasse seu caminho naquele momento? Ela não entende, mas ela sente.

Os dois têm seus momentos em Penderris Hall, mas buscam coisas diferentes. Quando chega a hora da separação eles seguem seus caminhos levando daquela breve relação o que os convém, até que Hugo decide que a parte que lhe cabe não o satisfaz, mas a maneira que ele encontra para dizer isso não é lá muito lisonjeira. Sabendo seu valor e tendo certeza que merece mais do que Hugo está disposto a lhe oferecer, Gwen resolve começar a jogar aquele jogo à sua maneira. Resta saber quem sairá ganhando...

— Então se casará comigo? — perguntou ele, franzindo a testa.
— É provável que não — disse ela. — Mas um pedido de casamento deve ser feito depois da corte, não antes. Venha me cortejar e me persuadir a mudar de ideia, se você mesmo não mudar antes.
— Que diabo tenho que fazer? Não sei nada sobre fazer a corte.
Ela sorriu, divertindo-se pela primeira vez em muito tempo.
— Tem mais de 30 anos. Já era hora de ter aprendido.

••••••••••

Esse foi meu primeiro contato com Mary Balogh. Tenho os volumes ímpares da série Os Bedwyns, mas como tenho nervoso de ler fora da ordem lerei somente quando completar a coleção. O início da publicação dessa nova série mostrou-se a oportunidade perfeita, finalmente conheci a escrita dessa autora tão elogiada e a experiência não poderia ter sido mais proveitosa.

Não sei se é o estilo da autora, já que é meu primeiro contato com ela, mas sua narrativa é muito madura, assim como seus personagens. Neste livro em questão temos protagonistas com mais de trinta anos, uma jovem viúva, um herói de guerra, ambos feridos, desconfiados; não é aquele tipo de narrativa amorzinho cheia de declarações, é uma relação mais crua e rígida, mas não menos afetuosa. Ambos foram moldados por seus passados e isso se reflete em suas atitudes. A diferença nessa história é que, inicialmente, nenhum dos dois protagonistas espera algo surpreendente na vida. Ambos estão satisfeitos, são resilientes. Até que algo novo começa a surgir e eles não sabem como reagir.

Hugo é muito convicto em suas opiniões e tem até certos preconceitos advindos do tratamento que sempre recebeu. Ele não queria casar, mas se era algo inevitável que fosse com um dos seus. Ele não sabe lidar com o fato de estar interessado em uma aristocrata, na verdade ele não sabe nem como se comportar perto dela e possui o mínimo do que se pode chamar de traquejo social. Gwendoline, por sua vez, teve um casamento de altos e baixos. Houve muitas perdas e muitos arrependimentos, mas ela guardava com carinho os bons momentos e estava satisfeita com seu destino. Tinha muitos sobrinhos para compensar a falta de um filho e uma família amorosa, até que chegou o momento em que suas convicções começam a falhar e ela se vê solitária. Ela não sabia que estava lhe faltando algo até que o encontrou, mas ele ia de encontro a tudo aquilo que era considerado adequado.

Como gostar de alguém que pertence a um mundo no qual você não se encaixa? Uma Proposta e Nada Mais poderia ser uma história sobre mudança, mas não é; é uma história sobre aprendizado, sobre saber conviver com as diferenças, é sobre aceitá-las e respeitá-las. A jornada de Hugo e Gwen é deliciosa de acompanhar! E para quem gosta de romances de época menos sensuais, este é um deles.


Os personagens secundários também são ótimos, principalmente os membros do Clube dos Sobreviventes. Não vou falar sobre cada um deles, já que todos terão seus próprios livros, mas já declaro meu amor por Vincent, que amor de ser humano! Ele transmite paz quando aparece, e olha que ele solta piadinhas infames, mas não tem como não achá-lo angelical. Também gostei muito do Benedict e de sua força de vontade, sua situação mostra que nossa mente tem poder e acho que sua história vai ser muito bacana. Outra que chama atenção é Constance, que sempre fora criada como um pássaro engaiolado e que se deslumbra a cada nova descoberta. Por mais inocente que seja, ela tem alguns pensamentos muito interessantes. Gostaria de ler um livro dela, mas acho que não tem, pelo menos não encontrei.

E não para por aí, a história, ainda que bem superficialmente visto que o foco não é esse, aborda sutilmente a bipolaridade e o assédio, assuntos que eu não esperava encontrar e que eu achei super bem-vindos.

Amo essa edição, está um charme só! Há controvérsias sobre essa capa, mas eu faço parte do time que a ama e em mãos ela é ainda mais linda. A diagramação segue o padrão da editora, simples e convidativa com folhas amareladas e fonte confortável. A história é narrada em terceira pessoa e honestamente não lembro se há algum erro de revisão, esqueci de anotar no rascunho que vou fazendo durante a leitura. 🙈 Caso haja é coisa bem boba, pois eu me lembraria de algo com maiores proporções! 😂


Não dei cinco estrelas por algumas coisinhas aqui e acolá de caráter estritamente pessoal, não é nada que eu tenha desgostado de fato e sim uma situação que eu gostaria que tivesse sido conduzida de uma determinada maneira, mas não foi; todavia, fiquei super satisfeita com a história e esse meu primeiro contato com a autora foi maravilhoso. Agora só me resta esperar o lançamento de Um Acordo e Nada Mais, livro que contará a história do Vincent () cujo lançamento está previsto para setembro.


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43 comentários

  1. Oi, Tami
    Já li a série Os Bedwayns e eu curti muito, justamente porque os personagens são mais maduros, e a escrita também. Adoro a Mary e fazia tempo que não li nada dela, estou ansiosa para ler essa obra e matar a saudade. Só não curti essa capa, as outras são mais bonitas.
    Beijos
    http://www.suddenlythings.com/

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    1. Ahhh eu curto, acho sóbria como a proposta da série. ;)

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  2. Oi, Tami! Tudo bom?
    Não conhecia a autora - talvez de nome, mas bem brevemente.
    Adoro quando personagens coadjuvantes são tão bem trabalhados quanto os protagonistas, deixa a história mais gostosa de acompanhar.
    Vou deixar anotado pra procurar essa obra em breve, tô entrando na vibe de romance de época :D

    Beijos,
    Denise Flaibam.
    www.queriaestarlendo.com.br

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    1. Tomara que você entre e não saia mais! Hahahah

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  3. Oii Tami. Eu comecei a ler esse livro, mas ainda não consegui me encontrar nessa leitura. Também é meu primeiro contato com Mary Balogh e gosto da proposta, apesar de achar um pouco mais do mesmo. Mas o maior ponto positivo, com certeza, são os personagens secundários que estão dando um charme a mais. Amei sua resenha. Beijos.

    Blog: Fantástica Ficção

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    1. Que pena que você está achando mais do mesmo.

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  4. Olá, Tamires.
    Dessa vez dei sorte e veio esse livro em uma das caixinhas literárias que assinei. Eu li a outra série da autora e é característica dela os personagens mais maduros e não sei se nesse está assim, mas os homens da outra serie levavam muito a sério a questão da honra. Espero gostar, mas nem sei quando vou conseguir ler. Estou meio atolada com livros de parceria hehe.

    Prefácio

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  5. Oi Tami,
    Meu primeiro contato com a Mary não foi bom. Então, sabe quando você desanima de todo o resto? :(
    Vejo os elogios, tento me interessar, mas o receio não deixa.
    Uma pena...
    Beijos
    http://estante-da-ale.blogspot.com.br/

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  6. Oi Tami, eu gosto muito da escrita da Mary Balogh, acho que ela desenvolve tão bem os personagens! Eu adorei os protagonistas e a ambientação que ela faz, também gostei dos amigos do Hugo e espero já pelos próximos livros!

    Bjs, Mi

    O que tem na nossa estante

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  7. Oie,

    Não costumo ler tantos livros assim, porém gosto muito e amei sua resenha, o que me faz ficar super com vontade de ler.

    Abraços...

    http://submundosliterarios.blogspot.com/

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  8. Oi, Tami!
    Nunca li nada da Mary, mas os Bedwyns e esse estão na fila.
    Menina, eu acho essa capa super aqueles cartões que dão em velório sabe? hahahahhaha
    Beijos
    Balaio de Babados

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    1. Sei não, nunca recebi cartão em velório! Hahahah

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  9. Eu li uma resenha sobre esse livro em algum lugar e fiquei com muita vontade de ler, e agora vem você com essa resenha e põe a cereja ;-; poxa, não tô podendo comprar livros, por que fazer isso comigo?

    Nanda, Gravado na Memória

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  10. MEU DEUS! Que resenha de ouro! Estou loucamente apaixonada pelos detalhes reflexivos e críticos da trama, que quebram preconceitos, julgamentos e que mostram que os opostos 'não se atraem' sem uma essência válida para ambos, mas podem prosseguir e florescer caso entrem um pouco no mundo do outro. Lindeza!

    semquases.com

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    1. Lindeza é teu comentário, entendeu tudinho! *---*

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  11. Bacana, não conhecia, estou tão atolado de livros para ler que, to sem condições ... haha mas, vou anotar a dica!

    https://clebereldridge.blogspot.com.br/

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  12. Conheço a autora mas nunca li nada dela e não conhecia esse livro, que me pareceu ser interessante, é um género que leio muito pouco.

    MRS. MARGOT

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    1. Tem que ler mais, Tiago. Romance de Época é vida! :D

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  13. Acho super bacana a proposta da série, então não vejo a hora de conhecer mais da viúva Gwen e Hugo, para saber quem ganhará esse jogo. Ainda não conheço a escrita da autora, mas levando em conta seus comentários, realmente essa série parece a oportunidade perfeita.

    Abraços.
    https://cabinedeleitura0.blogspot.com.br/

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  14. Oi Tamires!
    Que interessante essa história do Clube dos Sobreviventes!
    Eu também gostei da capa, ficou parecida com os livros mais antigos (clássicos).

    Beijos,
    Sora | Meu Jardim de Livros

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  15. Oi Tami! Eu gosto do tom mais sério dos livros desta autora e este livro abriu bem a nova série. Adorei a história e estou ansiosa para ler os outros volumes.
    Bjos!! Cida
    Moonlight Books

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  16. Oii!
    Sua resenha ficou perfeita! Eu estou com esse livro na estante e agora não vejo a hora de ler.
    Já conheço a autora por conta de outros livros que já li, e realmente sua escrita é muito madura.
    beijos
    www.apenasumvicio.com

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  17. Oii Tamires, tudo bem? Que resenha linda!!! Texto bem completo e fotos perfeitas <3 Eu nunca li nada dessa autora, mas como curto o gênero sempre tive vontade de ler seus livros. Achei a proposta dessa série nova dela bem interessante e acho que darei uma chance também :) Assim como você faço parte do time que gostou da capa!

    Beijos

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  18. Oi, Tamires.
    Também sou do time dos que amou essa capa e estou super contente do padrão de capas da série. Acho que a ficou bem charmoso e fugiu do óbvio! Sobre a história, eu adorei a proposta da autora e todos os temas abordados por ela.
    Eu também adoraria ler uma história da Constance!
    beijos
    Camis - blog Leitora Compulsiva

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  19. Acompanhei sua animação no stories e fiquei com vontade de ler também! Acho a proposta dessa série muito bacana e acho que sem duvidas personagens mais velhos e muito bem vividos é um diferencial que só veio para somar. Espero ler o quanto antes e que seja tao prazeroso quanto foi pra ti.

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  20. Oiiii,

    Eu sou apaixonada pela escrita da Mary Balog, mas infelizmente ainda não consegui ler esta obra e a cada resenha que eu leio mais vontade eu tenho de conferir ela.

    Beijinhos...
    http://www.paraisoliterario.com

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  21. Olá, tudo bem?
    Ah que delícia ler sua resenha, ainda mais que o meu exemplar chegou essa semana. Acho que já escolhi qual livro lerei esse final de semana.
    O que mais me chamou a atenção nesse livro é que, apesar de parecer ser um romance apaixonante, deu para notar que os personagens são muito mais maduros e bem construídos. Acho que deve ser muito legal acompanhar a relação deles e ver o aprendizado que passam durante o livro.
    Amei sua resenha e estou ansiosa para começar a leitura. Com certeza, ele vai furar a fila.
    Beijos!

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  22. Olá Tamiris,
    Li apenas um livro da série os Bedwyns e me apaixonei completamente pela escrita da autora, ainda pretendo finalizar a série e já me deparo com este livro me chamando, ainda mais depois de uma resenha como esta. O fato é que já faz um tempinho que não leio nada da arqueiro, sempre gostei muito dos livros dessa editora mas nos últimos anos tenho priorizado as cortesias que tem chegado no intuito de não deixá-las acumular, o que não me deixa muito tempo hábil para enveredar por estes caminhos, mas este livro já está na minha meta de leitura e o lerei assim que dispor de um tempinho.

    Abraços!
    Nosso Mundo Literário

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  23. Tami, ainda não li nada da autora e nem posso dizer que foi por falta de indicação positiva, porque sempre leio resenhas elogiosas para com os seus livros. Essa serie aqui me ganha por causa dos personagens serem mais maduros e acredito que eu vou gostar muito desta leitura.
    Beijos

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  24. Oi Tami!
    Eu adorei a leitura desse livro. Gostei bastante do Hugo e da Gwen, mas confesso que estou bem curiosa com as próximas histórias dos participantes do Clube dos Sobreviventes. A escrita da Mary é incrível e o ritmo de leitura para um primeiro livro me surpreendeu bastante.
    Beijos!

    Camila de Moraes

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  25. Ola Tamires, tudo bem ?
    Está já é a segunda resenha que leio do livro, e simplesmente estou encantado pra série, principalmente por ser um romance de época. A escrita da autora me pareceu ser deveras encantadora, e espero ter logo os livros em minha estante.

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  26. Oi, Tamires! Esse livro é uma das minhas leituras atuais e estou curtindo bastante. Concordo que os personagens são mais maduros, na verdade, percebi que eles tem uma variedade de faixa etária, indo do mais jovem de vinte e tantos, até o mais velho de mais de 60 anos, suponho. Concordo com muitos pontos do que vc comentou. Sobre a capa, curti, mas acho que poderia ainda ser mais caprichada. rsrs
    Bjos
    Lucy - Por essas páginas

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