29 de agosto de 2018

Resenha | Menina Boa Menina Má - Ali Land


Livro cedido em parceria com a editora.

Autora: Ali Land

Tradutora: Claudia Costa Guimarães

Número de páginas: 378

Ano: 2018

Editora: Record

Skoob: AQUI

Compre: Amazon
Sinopse: Nome novo.
Família nova.
Eu.
Nova.
Em folha.

A mãe de Annie é uma assassina em série. Um dia, Annie a denuncia para a polícia e ela é presa. Mas longe dos olhos não é longe da cabeça. Os segredos de seu passado não a deixam dormir, mesmo Annie fazendo parte agora de uma nova família e atendendo por um novo nome — Milly.

Enquanto um grupo de especialistas prepara Milly para enfrentar a mãe no tribunal, ela precisa confrontar seu passado. E recomeçar. Com certeza, a partir de agora vai poder ser quem quiser...

Mas a mãe de Milly é uma assassina em série. E quem sai aos seus não degenera...


Você é a cara da sua mãe, costumavam me dizer no abrigo de mulheres onde você trabalhava. É disso que eu tenho medo, eu respondia para mim mesma.

Durante toda sua vida, Annie viveu um verdadeiro inferno. Filha de uma serial killer que mata criancinhas, ela teve que presenciar e sofrer as mais diversas atrocidades até seus quinze anos, quando finalmente teve coragem de denunciar sua mãe às autoridades. Agora Annie se chama Milly e está sob a tutela temporária de Mike, seu psicólogo. Mike é casado com Saskia com quem tem uma filha, Phoebe.

Milly é peça-chave no julgamento de sua mãe. Como testemunha de acusação ela precisa de preparo psicológico e emocional para enfrentar o tribunal, pois, por mais monstruosa que venha a ser a pessoa que estará no banco dos réus, ela ainda é sua mãe; e por mais que queira quebrar esse vínculo, Annie, ou melhor, Milly, não consegue.

Não consigo contar a ele, não sou capaz de dizer uma coisa dessas. Que a pessoa de quem eu quero fugir é, também, a pessoa para quem eu quero correr.


Mike sempre teve o costume de abrigar pacientes especiais, que precisam de monitoramento constante, como é o caso de Milly. Quem não gosta nada disso é Phoebe, que tem sérios problemas de comportamento e cuja relação com Saskia, sua mãe, não é nada amistosa. Por Mike ela até possui algum respeito, mas vê-lo doando seu tempo para outras meninas a deixa enciumada. Quando Milly chega em sua casa, Phoebe empenha-se em fazer da vida dela um inferno. Milly parece uma presa fácil, não reage às provocações nem ao bullying que sofre diariamente em casa e na escola, dando a entender que é inofensiva, mas Phoebe não sabe de quem ela é filha...

Enquanto Milly tenta lidar com os próprios demônios, vamos descobrindo nuances de seu comportamento que são no mínimo questionáveis, e que em seu depoimento inicial há verdades escondidas que apenas sua mãe conhece.

Há algo adormecido dentro de Milly. Algo com o qual ela tenta lutar e que até consegue combater, mas por quanto tempo? Afinal, filho de peixe... peixinho é.

Sim, eu sempre vou ser Annie para você, mas para os outros sou Milly. Gêmeas siamesas dentro de mim, em guerra.
Menina boa.
Menina má.
Está orgulhosa de mim, não está? Eu joguei o jogo, talvez até tenha ganhado, mamãe.


••••••••••

Resuminho enxuto, né? Mas é tudo o que eu posso falar para vocês! 🙊

Há várias teorias que apontam que uma criança é produto do meio e eu acredito piamente nelas. Aqui eu não estou falando de psicopatia, pois nesse caso o buraco é mais embaixo e os embasamentos são outros, estou falando apenas das consequências de crescer em um ambiente completamente inapropriado. Diversos livros partem desse pressuposto, O Sorriso da Hiena, um dos meus livros queridinhos da vida, é um deles. Afinal, até que ponto as coisas que acontecem em nossa infância estão relacionadas ao tipo de pessoa que nos tornamos?

Annie/Milly é uma personagem muito complexa, muito bem construída. Desde o início temos conhecimento de sua personalidade dúbia, o grande questionamento é sobre para qual caminho isso vai levá-la. Acompanhar sua luta interna é muito interessante, pois mesmo sabendo que sua mãe é um monstro, ela quer agradá-la, mesmo de longe. É quase como se ela quisesse honrar a memória de um ente querido que já se fora, mas para que isso ocorra ela deve sucumbir ao seu lado mais sombrio... e ela sabe disso.

Vocês conhecem a lenda do lobo mau e do lobo bom? Essa lenda, que por sinal é mencionada na história, diz que todos carregamos dois lobos dentro de nós, um bom e um mau, e que eles estão em constante batalha... vence aquele que nós alimentamos mais. Vamos acompanhar Annie/Milly lutando com esses lobos, alimentando ora o lobo bom, ora o lobo mau, no final, porém, apenas um permanecerá vivo.


Os personagens secundários são muito importantes na jornada de Annie/Milly, pois enquanto uns despertam seu melhor, outros despertam seu pior. E tudo fica ainda mais incômodo por se tratar de uma adolescente, ela tem só quinze anos! Como uma menina de quinze anos consegue lidar com tantos conflitos internos? Conflitos pesados!

Mike tem um interesse questionável em Annie/Milly, então toda sua boa ação fica comprometida e até contribui para confundir ainda mais a cabeça já bagunçada de sua protegida. Lhe falta pulso firme para lidar com Phoebe e ele finge não notar o desinteresse de sua esposa por tudo que diz respeito à família. Falando em Phoebe, ela pode até ser uma personagem odiosa, fútil e mimada, mas ela é mais um exemplo de cria do meio... não foi nada aleatório. No fim das contas, Annie/Milly sai de uma família disfuncional e aterrissa em outra.

Depois de todos esses elogios vocês devem estar se perguntando porque minha nota foi quatro, não é mesmo? A partir de determinada parte da leitura eu criei um desfecho na minha cabeça e para mim ele era perfeito. Obviamente o livro não terminou da maneira que eu imaginei, o que não quer dizer que o final do livro tenha sido ruim, longe disso, o final é muito bom é completamente pertinente, mas eu queria mais... não porque o livro não entrega muito, e sim porque eu sou gulosa! 😂

A capa desse livro é lindíssima! O efeito espelhado do título tem tudo a ver com a proposta da história e as letras possuem alto-relevo, deixando-o ainda mas bonito. As folhas são amareladas, a diagramação está confortável e foram poucos os erros de revisão encontrados. O livro é narrado por Annie/Milly de uma maneira muito interessante: ela conta a história para a mãe, não para nós. Eu adoro quando a narrativa segue uma outra linha, é bom dar uma variada e neste caso caiu como uma luva, a história não seria a mesma se fosse narrada de outra maneira. A escrita de Ali é excelente, super envolvente! Virei as páginas sem nem sentir, foi uma leitura extremamente rápida e fluida.


Em suma, Menina Boa Menina Má é um baita livro! Não espere sangue e carnificina, pois não é isso que você vai encontrar; todavia, garanto que o que este livro tem a oferecer vai lhes surpreender.


42 comentários

  1. Oi, Tami! Tudo bom?
    A Bibs tá com esse título pra resenhar lá pro QEL, mas eu fiquei bem curiosa com a premissa. Não tô muuuito na vibe de thriller, então se chamou a atenção é porque talvez valha a pena a leitura.
    Acho interessante essa abordagem de "será que ela herdou as maldades da mãe?" porque dá pano pra muita manga, no quesito terror psicológico. Tanto na narrativa quanto pra quem acompanha.
    Adorei a resenha! Que pena que o final não seguiu o que tu queria - mas pelo menos é satisfatório, então tá valendo!

    Beijos,
    Denise Flaibam.
    www.queriaestarlendo.com.br

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    1. É uma indagação difícil, realmente é algo que causa muita discussão...

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  2. Oi, Tami
    Eu vi a sinopse desse livro e já me interessei, mas é aquele drama de ser suspense e thriler psicológico que você já sabe.
    Eu acho legal quando cita psicopatia no enredo, adoro estudar essas coisas, acho fascinante e tenho certeza que Milly é daquelas personagens que a gente leva pra vida. Adoraria poder ler a história mas aí penso no início lento e já me dá preguiça... Jesus, preciso superar isso!
    Beijo
    http://www.suddenlythings.com/

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    1. Mas que início lento, mulher? Onde tu leu isso? Hahahaha

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  3. Oi Tami, se tem livros que eu adoro são thrillers que trabalham a parte psicológica dos personagens. Geralmente fico com medo desse tipo de livro e, quando li a sinopse do livro, fiquei interessada na história, mas ao mesmo tempo receosa se seria o tipo de livro que me deixaria com medo. Depois de ler tua resenha me convenci de que preciso ler o livro, que terá uma trama capaz de me prender do início ao fim sem me deixar aterrorizada. Adorei!
    Beijos
    http://espiraldelivros.blogspot.com/

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    1. Pode ir tranquila sim, não tem nada muito chocante! ;)

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  4. Mesmo não sendo meu género favorito, fiquei bem entusiasmada para conhecer esse livro. Uma pena o final não ter sido como você imaginava, mas felizmente ele não foi decepcionante. Já anotei a dica!

    www.kailagarcia.com

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  5. Oiii Tami

    Eu adorei a maneira como o livro é narrado, ela contando a história para mãe e não narrando diretamente ao leitor. Eu adoro esse gênero, com certeza vou anotar pra ler futuramente.

    Beijo

    www.derepentenoultimolivro.com

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    1. Bem bacana esse tipi dr narrativa, né? Gostei demais!

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  6. Oi, Tami!
    Desde que vi essa capa, já sabia que poderia gostar da trama. Eu e minha mãe nos apaixonamos por ele na bienal e acabamos trazendo pra casa. A sua é a primeira resenha que eu leio e me deixou bem animada para começar a leitura logo!
    Beijinhos,

    Galáxia dos Desejos

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  7. Ola Tami! Tudo bem?
    Eu também achei essa capa bem bonita e fiquei super interessada na história! Gostei dessa questão do filho de peixe, peixinho é e tal... um ponto a se pensar! Fiquei até curiosa para ler esse que você citou, o sorriso da hiena! E não conhecia essa crença do Lobo bom e mal, mas realmente faz muito sentido!! Adorei!!!
    Beeijo

    http://lecaferouge.blogspot.com/

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    1. É uma lenda bem antiga, já apareceu até em outros livros.

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  8. Oi, Tami!
    Esse lance da personagem contar a história pra mãe me lembrou muito Precisamos Falar Sobre o Kevin, que é mais ou menos assim só que através de cartas.
    Eu li um thriller recentemente, mas ainda não voltei com tudo pra vibe.
    E eu acredito sim que a criança é o produto do meio. Só resta saber se quando for mais velha, vai seguir esse meio ou mudar.
    Beijos
    Balaio de Babados
    Concorra a um exemplar autografado de O que eu tô fazendo da minha vida
    Sorteio de aniversário Balaio de Babados e O que tem na nossa estante. São quatro kits; um para cada ganhador

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  9. Oi Tami! Eu fiquei mega curiosa com o título e a trama. Gosto demais quando os secundários são importante e pelo o que vc conta a narrativa é boa tb. Apesar de vc esperar outro desfecho fiquei interessada. Lá no blog a Nat vai ler e espero que ela curta tb!

    Bjs, Mi

    O que tem na nossa estante

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    1. A mais eu imaginei outra coisa porque sou formada nas séries policiais e filmes de terror da vida... hahahaha

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  10. Oi Tami! Este livro mexeu com meus nervos, quando eram descritos os momentos dela com a mãe eu ficava enojada. Gente, como pode uma mãe submeter um filho a tanta tortura psicológica. Bjos!! Cida
    Moonlight Books

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  11. Gostei da sua postagem, sempre estou visitando seu blog e lendo suas postagens.. Seu blog está salvo em meus favoritos..

    Parabéns!

    Amo seu blog ❤..

    Meu Blog www.tudosobreobadoo.com

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  12. Oi Tami, como vai?
    Gostei da premissa e fiquei interessada em ver qual seria o desfecho. esse é um tema que dá ótimos questionamentos e nos faz refletir, ainda mais com tudo que vem acontecendo na sociedade.
    Não sei se leria neste momento. Mas vou deixar a dica anotada. Ótima resenha como sempre.
    Bjus
    www.docesletras.com.br

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  13. Olá, Tamires.
    Primeiro obrigada pelo toque na resenha lá no blog. Esse corretor do celular tem horas que viaja hehe. Segundo, que medo das suas fotos. Morro de medo desses anjos desse tipo e você só piorou tudo hehe. Eu fiquei muito interessada nesse livro. Não sei o que pensar em relação a isso porque tem crianças que crescem em um ótimo ambiente e viram assassinas. E tem o caso de várias crianças que crescem juntas e uma vai para ao lado errado e as outras não. Mas enfim, assim que der vou ler ele. E que pena que não foi o final que você idealizou, já aconteceu comigo várias vezes hehe.

    Prefácio

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    1. Pois é, Sil. Mas eu acredito que a criança é produto do meio quando aqurle meio em questão é o mais significativo pra ela... a diversas variáveis que ajudam ou pioram.

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  14. Oi Tamires!

    Tudo bem? A trama parece ser incrível. Primeiro porque Annie traz esse estigma de ser filha de uma psicopata, até que toma coragem para denunciá-la. Isso não é fácil! Então eis que muda de nome e, mesmo assim, os problemas parecem persegui-la!

    Como você disse que aqui o "buraco é mais embaixo" e que não dá pra simplesmente falar que é um caso de psicopatia tenho que confessar que concordo com você. Uma criança é produto daquilo que ela vive, se o ambiente é violento há grandes chances de:1 ela se tornar violenta ou 2 carregar traumas.

    Fiquei bastante curiosa a respeito desse interesse questionável de Mike na menina e já sei que quando pegar o livro pra ler (depois dessa resenha não há um "se" aqui!) vou ficar morrendo de pena de Annie/Milly por tudo que ela sofreu (ainda que por ventura essa questão que está "sob a superfície" venha a tona e seja algo bem cruel).

    Beijinhos - Jessie
    www.paraisoliterario.com

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    1. Adorei que você vai ler mesmo, gosto assim! Hahahah

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  15. Oi Tami! Nossa que pedrada! Eu como boa amante dos suspenses que sou já arregalei os olhos no início da resenha! Opa, filha de serial killer? Quero! Amei como você soube contar a história sem entregar nada, e por isso te odeio, porque vou ter que gastar dinheiro! Falando sério, que situação dessa menina, saiu do fogo e foi pra brasa, e ainda cheia de sombra dentro dela, como você bem disse, filho de peixe.. Adorei a dica!

    Bjoxx ~ www.stalker-literaria.com ♥

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    1. Hahahahhaha não me odeie, é para o bem de vocês que não falo muito! Hahaha

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  16. Olá, amo e muito livros e filmes assim, que carregam uma suspense e um certo tipo de terror psicológico inserido. Recentemente assisti ao filme A Bruxa que considero um filme de terror psicológico muito bom, além do suspense incrível, e fiquei meio orfão de algo que me deixe com aquela sensação dnv, de ver até onde aquilo vai parar. Esse livro parece seguir um pouco essa vibe, lendo sua resenha despertei na hora um interesse na história e espero poder ler ele, é um dos meus gêneros prediletos. Bjs!

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  17. Oi, Tamires!
    Menina, que livrão, hein?
    O princípio de que somos completamente frutos do meio é muito delicado para mim, sempre tendo a concordar em partes e discordar em outros aspectos - porque não é só o meio que nos influencia. No entanto, essa é uma boa reflexão dentro do contexto da personagem né? Ela me pareceu extremamente nova por ter que passar tudo isso e fico me perguntando como sua mente é retratada - você disse que ela alimenta o lobo mau e o bom e fiquei curiosa para saber quem/o que leva a "alimentação" de cada um. Vou ter que colocar mais esse na lista de leitura haha
    Beijos!

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  18. bem, confesso que estou curiosa com a premissa, mesmo que não tenha uma carnificina típica de histórias de serial killers. mas pela pegada psicológica eu fico bem animada pra fazer a leitura... gosto d tramas nessa vibe, e sempre vejo bons elogios a obra...

    sugestão anotada. bjs ^^

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  19. Oi, Tamiris.
    Esse livro já está na minha lista de desejados e depois da sua resenha, acho que não vou mais esperar e vou comprar logo!! Rs... Estou super curiosa para entender como toda essa trama se amarra! Só espero não criar meu próprio final! kkkkkkkk
    beijos
    Camis - blog Leitora Compulsiva

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  20. Oiii,

    Este não é o tipo de história que eu gosto, é bem do tipo que eu passo longe, mas sua resenha me deixou muito curiosa para conhecer esta menina tão complexa, pra saber pra qual lado ela vai pender e pra saber como vai acontecer o julgamento da mãe e como a menina irá lidar com esse encontro do passado. Já anotei a dica e espero poder conferir em breve.

    Beijinhos...
    http://www.paraisoliterario.com

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  21. Oi!
    Uau esse livro parece ser bem tenso! Não li nada sobre esse assunto ainda e pelo que você escreveu da história parece que vou gostar bastante de desvendar a Milly.
    O assunto de familia disfuncional é algo bem interessante. Quero muito ver como a autora trabalhou o assunto.
    Espero que eu também não crie um final e depois seja outro haha

    Beijos

    FLeituras – Leituras da Fabi

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  22. Olá! Nossa, esse é um livro que eu quero muito ler! Vi várias pessoas mencionando o título, apesar de essa ser a primeira resenha completa que eu leio dele, e só aumentou a minha vontade de comprá-lo. Adoro esse tipo de livro de suspense psicológico; com temáticas que remetem a conflitos familiares e serial killers, então, melhor ainda. Não vejo a hora de descobrir a qual lado a Annie vai acabar cedendo. Adorei a sua postagem! Beijão!

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  23. Olá!
    Já estava de olho nessa capa, tem algo nela que me prende.
    Lendo sua resenha e percebendo que se trata de uma história mais complexa do que aparenta ser me deixa intrigada e confesso que já estou criando várias teorias aqui, principalmente pela frase quem sai aos seus não degenera, certamente vai ser o tipo de leitura pra impactar e se surpreender.
    Louca para conferir esse confronto entre mãe e filha.
    Beijos!

    Camila de Moraes

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  24. Oi, tudo bom?
    Eu vi esse livro por aí, mas não tinha procurado saber sobre do que ele se tratava. Sua resenha me deixou bem curiosa sobre o tema do livro, até porque eu nunca li nada que abordava esse tema e achei bem interessante. Esse livro parece ser daqueles que nos prende até que tenhamos acabo a leitura. Com certeza agora vou dar uma chance para esse livro que parece ser bem surpreendente!

    Beijos!
    https://www.manuscritoliterario.com.br

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  25. Oi.

    Eu tento imaginar a vida dessa menina tendo esses pais e ainda precisar depor contra a mãe. Ainda não tinha visto esse livro, mas eu gostei muito do enredo e me pareceu ser uma ótima leitura, com uma ótima narrativa e personagens. Já anotei a dica.

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  26. Oi, Tamires! Tudo bem?
    Esse não é um gênero que leio muito, ainda mais por ter uma premissa tão perturbadora. Imaginar uma criança crescendo com uma mãe serial killer e presenciar tantas atrocidades é terrível demais.
    Mas adorei sua resenha e mesmo que o final não seja tão bom quanto você esperava, deu para perceber que é uma ótima leitura para quem gosta do gênero. Eu ainda fico um pouco receosa por fugir muito meu estilo, mas fiquei curiosa e vou tentar dar uma chance.
    Beijos!

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  27. O que mais me chamou a atenção na sua resenha foi a lenda dos dois lobos porque eu acho que nunca tinha ouvido falar. Eu quero ler o livro e depois quero conversar com você sobre o final que você imaginou para a história porque sou dessas... rs Valeu pela dica.
    beijos

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