17 de julho de 2020

Resenha | Amor(es) Verdadeiro(s) - Taylor Jenkins Reid


eBook cedido pela editora através da NetGalley. 

Autora: Taylor Jenkins Reid

Tradutor: Alexandre Boide

Número de páginas: 352

Ano: 2020

Editora: Paralela

Skoob: AQUI

Compre: Amazon
Sinopse: Emma Blair casou com seu namorado do colegial, Jesse, quando tinha vinte anos. Juntos, eles construíram uma vida diferente das expectativas de seus pais e das pessoas de sua cidade natal, Massachusetts. Sem perder nenhuma oportunidade de viver novas aventuras, eles viajam o mundo todo, curtindo a vida ao máximo.

Mas, em vez do tradicional "e viveram felizes para sempre", uma tragédia separa os dois, no dia do seu aniversário de um ano de casamento. O helicóptero com o qual Jesse sobrevoava o Pacífico desaparece e, simples assim, o amor da vida de Emma se vai para sempre.

Emma volta para sua cidade natal em uma tentativa de reconstruir a vida e, depois de anos de luto, reencontra um velho amigo, Sam, que lhe mostra ser, sim, possível se apaixonar novamente. E quando os dois ficam noivos? Emma sente que a vida lhe deu uma segunda chance de ser feliz.

Pelo menos é o que parece - até que Jesse é encontrado. Ele está vivo e tentou voltar para casa, para Emma, todos esses anos que passou desaparecido. Agora, com um marido e um noivo, Emma precisa descobrir quem ela é e o que quer, enquanto tenta proteger todos que ama

Emma sabe que precisa escutar seu coração, ela só não tem certeza se sabe o que ele está querendo dizer.


Não acho que um amor verdadeiro precise ser o único. Acho que amor verdadeiro significa amar de coração. Amor puro e simples. Amor por inteiro.

Aos quinze anos, Emma Blair está cansada de seu quadril não caber em nenhuma calça jeans, de Marie, sua irmã, ser sempre tão insuportável e de seus pais, Colin e Ashley, obrigarem-na a trabalhar na livraria da família. A Livraria Blair foi fundada nos anos 60 e é motivo de grande orgulho para Colin, mas Emma não consegue sentir nenhum entusiasmo com o legado dos Blair.

Quem também trabalha lá é Sam Kemper, um rapaz da escola de Emma que toca diversos instrumentos, mas sabe-se lá o porquê, resolveu pedir emprego na livraria ao invés de na loja de música que fica no final da mesma rua. A verdade é que ele tem um crush em Emma, mas a menina só tem olhos para Jesse Lerner.

Jesse faz parte da equipe de natação do colégio e seus pais querem que ele se torne um atleta olímpico, mas a grande verdade é que ele odeia nadar. Quando se conhecem, Emma e Jesse se identificam por não atenderem às expectativas de seus pais e não demora muito para que se interessem um pelo outro. Depois de formados, os dois deixam Massachusetts para trás e arranjam empregos que lhes permitam viajar o mundo. Eles se casam, e na véspera do primeiro aniversário de casamento, o helicóptero onde Jesse estava cai no Oceano Pacífico e ele é dado como morto.

Com a tragédia, Emma volta para Massachusetts e começa a trabalhar na Livraria Blair. São anos de sofrimento e ela leva um dia de cada vez. Até que a dor diminui. Até que ela começa sentir prazer com as pequenas coisas do dia a dia. Até o momento em que ela entende que está pronta para seguir em frente e a vida acaba fazendo com que Sam Kemper cruze seu caminho novamente.

A história de Sam e Emma começa devagar. Sam quer respeitar o tempo de Emma e deixa claro que entende o sentimento que ela sempre vai nutrir por Jesse. As coisas entre eles acontecem muito naturalmente, devagar. Eles engatam um namoro, depois um noivado e marcam a data do casamento. Emma ama Sam. É um amor diferente daquele que ela sentia por Jesse, mas ela é muito feliz com ele e o ama genuinamente, por isso tem certeza de que está fazendo a coisa certa.

Certa noite, depois de um jantar em família, Emma recebe uma ligação que vira o seu mundo de cabeça para baixo. Jesse está vivo e está voltando para casa. De repente, Emma compreende a confusão em que está metida. Ela tem um marido e um noivo. Ela ama ambos. Não importa a escolha que faça, alguém sairá machucado.

"Preciso abrir mão de você e viver da esperança de que vai acabar voltando para mim."

"Não sei o que fiz para merecer tanta sorte de ter vocês. Meus dois amores verdadeiros."

"Você era o amor da minha vida", digo.
"Eu sou o amor da sua vida", Jesse rebate. "Nada mudou."
"Tudo mudou!"

Existe outro amor na minha vida. Mas é diferente. Não é assim. Não é esse mesmo amor. É melhor e pior ao mesmo tempo. Mas acho que esse é o grande lance no amor entre duas pessoas - é impossível recriá-lo. A cada vez que amamos, a cada pessoa que amamos, o amor é diferente. Nós somos diferentes.

"O que eu faço?", pergunto para ele.
"Você pode fazer o que quiser", ele responde, limpando os olhos com os dedos e dando um passo para trás. "É isso que significa ser livre."

••••••••••

Amor(es) Verdadeiro(s) não é um livro sobre pessoas, é um livro sobre sentimentos. O amor romântico é o foco desta linda história de Taylor Jenkins Reid, mas também temos outras abordagens que falarei ao longo das minhas considerações.

Já de cara quero avisar que você vai sentir raiva dos personagens, porém, tendo você amado, creio que seja difícil não compreender a encruzilhada que se tornou a vida de Emma Blair. Vocês já devem ter ouvido falar da máxima que diz que há um amor da nossa vida e um amor para a nossa vida. Amor(es) Verdadeiro(s) fala muito sobre isso.

Jesse seria o primeiro caso. O amor da vida de Emma. Desde o início, há muita cumplicidade e companheirismo no relacionamento deles. Juntos eles conseguem se livrar das amarras e das expectativas que pareciam mantê-los presos em Massachusetts. Um ajuda o outro a se tornar as pessoas que viriam a ser no futuro. Um futuro que eles achavam que teriam juntos, mas a vida tinha planos diferentes. 

Emma sofre. Muito. E depois sofre mais. Ela demora a aceitar que Jesse está morto, mas em dado momento a vida tem que seguir em frente, certo? Certo. E a dela segue. Depois da tragédia, Emma percebe que seu retorno a Massachusetts, o que inicialmente parecia ser um retrocesso, era exatamente aquilo que ela precisava. A mulher de trinta anos que ela se tornou agora dá valor àquilo que a adolescente de quinze anos não dava, e Sam entra nessa equação.

Sam é o segundo caso. O amor para a vida de Emma. O que não quer dizer que eles seriam infelizes se acabassem não ficando juntos. O livro jamais dá a entender que foi preciso Jesse "morrer" para Emma dar valor a Sam. Emma nem lembrava da existência de Sam. E aí está a grande jogada de Amor(es) Verdadeiro(s). O amor não é uma coisa só. O amor é mutável e moldável. O amor ensina. O amor transforma. O amor agrega. E por ser mutável, o amor nem sempre evolui na direção que esperamos.

Sam é extremamente compreensível e isso às vezes pode ser confundido com passividade, mas será que estamos tão acostumados com homens que só demandam, que a mera existência de um que quer dar a oportunidade de escolha para a parceira sem impor a sua vontade é tão estranha assim? E lembram que eu falei que você ia sentir raiva? Ela começa aqui.

É preciso boa vontade para entender Emma. Não por conta da situação em que ela se encontra, essa é incontestável; afinal, como agir quando você descobre que o seu falecido marido, o homem com quem você achou que passaria o resto da sua vida, não está morto coisíssima nenhuma? É preciso colocar a empatia em prática e, honestamente, algumas atitudes dela são bem questionáveis. Eu parava e pensava: amada, isso era mesmo necessário? Mas não era eu quem estava naquele turbilhão, era Emma. Se eu estivesse, como eu agiria? Igual? Diferente? Não sei.

E se para entender Emma precisamos de boa vontade, para lidar com Jesse é preciso muita paciência. Após o seu retorno, ele quer que tudo seja exatamente igual ao que era antes, inclusive sua relação com Emma. Não sou psicóloga, mas através de comentários e comportamentos do personagem Taylor Jenkins Reid deixa claro que ele está sofrendo com algum nível de TEPT - Transtorno do Estresse Pós-Traumático. Foram três anos e meio em uma ilhota onde, para ele, todo dia era sempre igual. Enquanto a vida dele estava estagnada, a de todas as outras pessoas seguia. A de Emma seguia. Então sim, ele dá nos nervos, mas não podemos dizer que seu equívoco é gratuito. Não deixam de ser comportamentos equivocados, mas há uma situação inimaginável que contribui diretamente - e negativamente - com suas reações.

Emma cresce muito ao longo de Amor(es) Verdadeiro(s)! De uma maneira bem fluida, Emma vai de uma adolescente insegura a uma mulher que descobre seu potencial e sua força. Acompanhamos diversas fases de sua vida e podemos ver o quanto ela muda e amadurece. E por mudarmos e amadurecermos, o mesmo acontece com a maneira como compreendemos, lidamos e externalizamos nossos sentimentos.

Amor(es) Verdadeiro(s) pode até ter um ar meio utópico em alguns momentos, pois o ser humano tem tendência a reforçar o caráter negativo das coisas quando algo dá errado, mas por que fazemos isso? Será mesmo que é para autopreservação? Será que é para mostrarmos para nós mesmos que estamos melhor sem aquilo? Por que a gente não se prende nas coisas boas quando algo termina? Como eu disse, maturidade... e às vezes nem ela dá conta!

Taylor Jenkins Reid, ainda que singelamente, vai desenvolvendo outras relações de amor ao longo de Amor(es) Verdadeiro(s). Há o amor parental daqueles que muitas vezes sabem mais de nós do que nós mesmos; há o amor entre irmãos, onde muitas vezes há mais brigas do que demonstrações de carinho, mas na hora da necessidade são os primeiros a nos estender a mão; há o amor entre amigos, pois podemos nos ver com menos frequência na vida adulta, mas quando finalmente nos falamos, parece que nem um minuto se passou. E por fim, há o amor próprio. 

Amor(es) Verdadeiro(s) é narrado em primeira pessoa por Emma e achei uma boa escolha, pois assim podemos lidar diretamente com o dilema da personagem. O livro já foi lançado, mas li a edição digital não finalizada que estava no meu Kindle há um tempinho. Alexandre Boide, o tradutor, já está familiarizado com a escrita da autora e seu texto está ótimo. Eu particularmente prefiro quando um autor tem um tradutor único, acho que isso influencia diretamente na qualidade da tradução.

Confesso que quando o livro foi anunciado eu torci o nariz para essa capa, mas ela tem tudo a ver com a história. O mar, as boias, o significado das mesmas num caráter mais dramático... tudo funciona.

Peço desculpas se essa resenha ficou filosófica demais. Amor(es) Verdadeiro(s) me tocou de uma forma bastante pessoal e refleti bastante ao término da leitura. Como eu disse no início das minhas considerações, este é um livro sobre sentimentos. Sobre senti-los e sobre entendê-los. Espero que vocês sintam. Espero que vocês entendam.




33 comentários

  1. Olá, Tamires como vai? Primeiramente parabéns pela resenha, ficou maravilhosa! A propósito estórias com cunho sentimental elevado são bastante atraentes para este que vos escreve, sendo assim acredito que este livro me agradará. Presumo uma leitura tocante e agradável. Eu já li alguns poucos livros de Taylor Jenkins Reid e particularmente eu gosto de sua escrita. Abraço!

    https://lucianootacianopensamentosolto.blogspot.com/

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  2. Oi Tami,
    Eu AMEI esse livro! Até falei na minha resenha que sai logo logo, eu queria pintar ele de canetinha de tanto quote lindo que me fez refletir.
    Admito que também torci o nariz pela sinopse de triângulo amoroso, mas foi diferente de tudo que já tinha lido! Amor puro e sincero. Adorei!
    beijos
    http://estante-da-ale.blogspot.com/

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  3. OI Tami! Senti muita raiva da Emma e do jesse, ainda mais por torcer para o Sam. Só que quando nos colocamos na pele de cada um deles, dá para entender e a raiva ameniza. Afinal como lidar com algo assim? É um livro excelente, outro acerto da autora. Bjos!! Cida
    Moonlight Books

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  4. Oi
    eu provavelmente me estressaria com os personagens pelo que falou, mas os sentimentos entre eles parecem ser verdadeiros, que bom que gostou da leitura, é já li comentários negativos do livro e é sempre bom ler opiniões diferentes.

    http://momentocrivelli.blogspot.com/

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  5. Oi, Tami
    Sinceramente, sei lá. Já vi tanta gente falando bem desse livro, li muitas resenhas mas ainda não sei realmente se quero ler, ainda não me chamou atenção. Talvez não seja o meu tipo de leitura, infelizmente. Mas toda a temática me lembrou muito um livro da Emily Giffin, Ame o que é seu, que eu me irritei horrores com o lenga-lenga da protagonista hahaha mesmo assim vou deixar os livros da autora na wishlist pra quando um dia eu querer me aventurar.
    Beijo!
    https://www.capitulotreze.com.br/

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  6. Oi Tami!
    Eu acho que os livros dessa autora não funcionariam muito pra mim, confesso. Apesar de ter curiosidade com a escrita, o unico que ela publicou e me chama atenção é Evelyn Hugo e em breve quero ler, mas fora esse, nenhum outro me anima, apesar das resenhas positivas que vi sobre esse.

    Abraços
    Emerson
    https://territoriogeeknerd.blogspot.com/

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  7. Olá, Tamires.
    Depois que terminei Evelyn Hugo quis ler tudo da autora e até agora não li mais nada hehe. Eu estou com esse livro no kindle também mas estou enrolando para ler. Acho que será uma leitura pesada e estou fugindo disso no momento hehe. Só de imaginar a situação já fico sem saber o que pensar. Imagine ela vivendo aquilo tudo.

    Prefácio

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  8. Oi Tami, tudo bem?
    Os elogios às obras dessa autora têm me deixado com cada vez mais curiosidade de conferir. Ela parece saber falar diretamente com nossos sentimentos e até experiências pessoais. Conforme envelhecemos o amor vai ficando cada vez menos idealizado, né? A gente compreende que ele é mutável e complexo, e não uma história da Disney linear.
    Beijos,

    Priih
    Infinitas Vidas

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  9. Olá Tamires,
    Que delícia ler sua resenha. Tenho lido muitas resenhas positivas sobre esse livro, mas não sei porque tenho uma sensação de que essa raiva dos personagens vai me incomodar mais do que deveria. Apesar disso, ler toda sua escrita filosófica me deixou com vontade de ler e ver o que sinto lendo.

    Beijo!
    www.amorpelaspaginas.com

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    1. Só tentando para saber se funcionaria ou não. Pega uma amostra na Amazon! ;)

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  10. Oi Tami.
    Lendo sua resenha consegui perceber o quanto você amou o livro e o quanto ele mexeu com você. E é tão bom quando isso acontece!
    Eu não conhecia o livro, mas já vou colocar na minha lista.
    Bjus

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  11. Quando li a sinopse já soltei um "eita"! Adorei a resenha, é uma leitura diferente de tudo que já li, tenho visto muitos comentários positivos sobre o livro e estou ficando curiosa pra ler! O amor precisa ser tratado com muita maturidade pela personagem. <3
    Beijoss, Blog Seja Agridoce ♥️♥️♥️

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  12. Oi, Tami! Tudo bom?
    Eu não engatei esse livro quando comecei a ler, mas acho que foi o momento. Tinha saído de uma ressaca literária e o começo dele é bem lentão, ai não funcionou. Mas tô com ele no Kindle e pretendo tentar de novo em breve; favoritei Daisy e Evelyn e acho difícil essa mulher errar comigo. Pelo que você comentou, é uma história pra mexer com as emoções de todas as maneiras possíveis.
    A capa realmente é bem........ nhé. Faltou alguma coisa.

    Beijos, Nizz.
    www.queriaestarlendo.com.br

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    1. Tomara que numa próxima tentativa ele funcione contigo.

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  13. Oi, Tami!
    Ultimamente tenho ouvido falar bastante nesse livro, mas ainda não tive a oportunidade de lê-lo. Recentemente engatei numa leitura bem parecida, onde um trágico acidente acaba separando o casal protagonista e depois descobre-se que ele está vivo. Mas era numa pegada mais policial do que romântica haha.
    Não sei se é o tipo de leitura que iria gostar, mas vou salvar a dica :)

    Estante Bibliográfica

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  14. Oiii Tami

    Esse livro também me tocou tanto! Por incrivel que pareça me afeiçoei ao Jesse, um lado meu queria abraçá-lo e dizer que tudo ia ficar bem porque desde o primeiro momento eu senti empatia pela inpotência dele, o desejo dele de parar o tempo, o fato de nada ser exatamente culpa dele (embora, pra que viajar no dia do aniversaio de casamento né bem?). Eu curti o Sam, e sim, a Emma tem atitudes tão questionáveis, mas olha só o maremoto de confusão, a luta entre querer reviver aquela coisa gostosa da juventude e encarar quem ela realmente é, foi um embate dificil e isso me fez ter tb empatia por ela. Nossa, tantas coisas para falar desse livro, desses personagens. Foi uma experiência incrivel, e olha que nem de romance eu gosto... Aii Tami, e o que dizer dessa capa, entendo que tem tudo a ver e tals, mas não gostei nadinha dela, achei feinha...rsrs

    Beijos, Ivy

    www.derepentenoultimolivro.com

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    1. Bonita ela não é, mas no contexto ela faz um certo sentido. Hahahahba

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  15. Esse livro está na minha "TBR" (sempre coloco entre aspas por que nunca completo uma TBR, kkkkring). A premissa de Amor(es) Verdadeiro(s) me lembra o final do filme Naufrago, em que o protagonista volta pra casa e a sua mulher já está casada com outro, pois acreditava que ele estava morto, mas ela ainda o ama.
    Eu acho que o triste dessa história é que Sam é o amor PARA a vida de Emma, mas Emma é o amor DA vida de Sam, será que isso é justo? Mas enfim, quero ler esse livro por que desde que li a primeira resenha dele, já gostei da forma como a autora trabalha o sentimento, não é algo clichê e nem um triângulo amoroso, e com certeza, deve trazer grandes reflexões.
    Beijo, Blog Apenas Leite e Pimenta ♥

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    1. Olha, eu não parei para analisar essa questão dele ser o amor para a vida dela e ela ser o amor da vida dele. Pois ambos se amam profundamente independentemente disso, sabe? Não há comparações nem questionamentos acerca disso. A diferença é que a Emma já tinha amado profundamente outra pessoa antes de amar profundamente o Sam. Não sei de faz muito sentido, mas não vejo injustiça se há amor verdadeiro envolvido.

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  16. OI Tami, eu estou tão, mas tão feliz que você gostou desse livro. Quando eu li foi um turbilhão de emoções para mim. Eu achei uma história muito rica ao retratar os sentimentos dos personagens e aquele tipo de leitura que realmente faz a gente ficar em conflito, pois ficamos com raiva e questionamos as escolhas dos personagens, mas ao mesmo tempo sabemos que também precisamos ter empatia.

    Mas uma das coisas que realmente fez com que eu amasse essa história foi a forma com que o luto é retratado. Eu sempre leio histórias que tem luto no enredo, mas normalmente é bem superficial. E não foi o caso nessa história.
    Os Delírios Literários de Lex
    Participe do Top Comentarista de Julho ♥

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  17. Olá.
    Que resenha maravilhosa. Além de muito bem escrita, é possível sentir o que você sentiu lendo o livro. Fiquei muito interessada no livro e irei ler com certeza.
    Beijos. ❤
    http://www.lewestinblog.com

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