4 de setembro de 2020

Resenha | Landon & Shay - Brittainy C. Cherry


Autora: Brittainy C. Cherry

Série: The L&S Duet #1

Número de páginas: 317

Ano: 2019

Publicação independente

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Sinopse: Shay Gable me odiava e eu a odiava também.

Mudávamos nosso trajeto para evitar um ao outro o tempo todo. Quando ela vinha em minha direção, eu ia pela outra. Quando cruzávamos olhares, ela se virava e ia embora.

Tudo isso mudou no dia em que me foi proposto um desafio. Começou como uma aposta estúpida: fazer Shay se apaixonar por mim antes que eu me apaixonasse por ela.

Essa era uma aposta fácil de ganhar.
Eu não amava, quase não gostava.

No entanto, lentamente o jogo começou a mudar. Shay me fez desejar coisas que eu nunca soube que queria.
Amor.
Felicidade.
Ela.

Quanto mais nos aproximávamos, mais ela desafiava minha escuridão e as partes que eu mantinha trancadas.
Os machucados.
As dores.
A verdade.

O jogo entre nós se tornou muito real, nossos sentimentos se misturaram e os riscos de ferir um ao outro aumentaram.

Mas você sabe o que eles dizem...
Vale tudo no jogo do amor e da guerra - especialmente os corações partidos.

 

"I am going to love loving you as much as I loved hating you."
"Eu vou amar te amar tanto quanto amei te odiar."


Série: The L&S Duet #2

Número de páginas: 310

Ano: 2019

Publicação independente

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Sinopse: Há muito tempo, me apaixonei por um menino.
Um menino lindo e quebrado que tinha suas próprias lutas.

As pessoas me alertaram contra o nosso amor, mas eu não dei ouvidos.
Parecíamos fracos.
Jovens, tolos.
Perigosamente apaixonados.
Não nos importamos.

A fim de manter nossos corações protegidos das opiniões alheias, nos tornamos o segredo um do outro.
Compartilhamos momentos roubados. Toques ternos. Abraços secretos.

Foi nossa história de amor distorcida e funcionou até que nossas vidas mudaram para sempre.

O garoto que eu amava se tornou o mais novo garoto de ouro de Hollywood.
Sua carreira floresceu quando a minha parou.
Ele teve um enorme sucesso quando descobri várias falhas.
Ele se tornou algo enquanto meus sonhos nunca se tornaram realidade.

Mudamos para reinos diferentes, onde nossas peças não se encaixavam mais.

Nos contos de fadas, o amor conquistou tudo.
Na realidade, o amor foi a principal razão pela qual os impérios começaram a cair.

Sempre soube que Landon pertencia à minha história.
Ele foi meu começo, meio e fim.
O único problema? Eu não tinha certeza se ainda pertencia à dele.


"Like I said before, I believe in love. It just doesn's believe in me."

"Como eu disse antes, eu acredito no amor. Ele simplesmente não acredita em mim."

Landon & Shay pode conter gatilhos relacionados a depressão, relacionamentos abusivos, ansiedade, automutilação, suicídio e abuso de entorpecentes! ⚠

Shay Gable e Landon Harrison se odeiam e estão satisfeitos com isso, obrigada. Eles implicam um com o outro desde que se entendem por gente e só se tratam com deboche e alfinetadas, sem deixarem de lado os apelidos nada carinhosos, claro. Em circunstâncias comuns, Landon, de dezessete anos, e Shay, de dezesseis, nunca chegariam perto um do outro por vontade própria, mas uma aposta muda este cenário.

Em uma festa, Shay sem querer acaba ouvindo Landon dizer que, se quisesse, poderia fazer até mesmo Shay se apaixonar por ele. Quando Landon tenta minimizar sua fala, Shay não se faz de rogada e contra-ataca: ela aposta que consegue fazê-lo se apaixonar por ela antes que ela se apaixone por ele. 

E os dois não estão para brincadeira, querendo ganhar a aposta a qualquer custo e se empenhando para isso.

"You really want to play with this fire, Shay?"
"I'd love to see you try to burn me."
"Você realmente quer brincar com este fogo, Shay?"
"Eu adoraria vê-lo tentar me queimar."

Só que a gente já sabe onde isso ia dar, né? Os dois se empenham tanto que acabam se apaixonando de fato, e quem se apaixonou primeiro não tem mais a mínima importância. Acontece que há muita gente que não vê esse relacionamento com bons olhos, por isso eles decidem manter as coisas em segredo por um tempo. Só que ainda há um porém, algo que Shay sequer desconfiava, já que Landon fingia muito bem.

Landon sofre de depressão e ultimamente as coisas não tem estado nada fáceis. Ele teme que aconteça com ele o mesmo que aconteceu com seu querido tio Lance, que também sofria da mesma doença e infelizmente acabou tirando a própria vida. Landon vem tendo mais baixos do que altos, e não quer sugar Shay para dentro daquilo que ele chama de escuridão.

That was one of the things about anxiety and depression - every now and again, it came with masks, masks to help shield your loved ones from your suffering because you knew how much it would hurt them, masks to protect them from the pain you felt.
Essa era uma das coisas sobre ansiedade e depressão - de vez em quando, vinha com máscaras, máscaras para ajudar a proteger seus entes queridos de seu sofrimento porque você sabia o quanto isso os machucaria, máscaras para protegê-los da dor que você sentia.

Shay tenta, mas Landon precisa de um tipo de ajuda que ela não é capaz de lhe dar. E Landon também sabe disso. Ultimamente, tudo tem sido um gatilho para Landon, por isso, por mais doloroso que seja deixar Shay para trás, ele decide sair da cidade, mudar de ares e procurar a ajuda necessária. No início os dois ainda se correspondem, mas quanto mais Landon luta para achar o equilibrio necessário, mas ele se afasta. Até que chega o momento da total ruptura. Landon para de responder e Shay para de tentar fazê-lo se abrir, tudo o que fica é a lembrança.

Os anos passam, Landon está bem. Medicado, fazendo acompanhamento regular e vivendo um dia após o outro. Ele agora atende como Landon Pace, um ator famoso e muito bem sucedido, tudo isso graças a aposta que fez com Shay, já que foi através do clube de teatro da escola, ao qual se inscreveu para ficar mais perto dela e assim ganhar a aposta, que ele descobriu seu talento.

There is such a stigma over mental health, and I remember being terrified of it in my youth. It felt like a death sentence, but it wasn't. It took me a long time to realize it wasn't the end of my life - it was just a piece of it.
Existe um grande estigma sobre a saúde mental, e me lembro de ter medo disso na minha juventude. Parecia uma sentença de morte, mas não era. Levei muito tempo para perceber que não era o fim da minha vida - era apenas um pedaço dela.

Landon nunca deixou de pensar em Shay, mas sabe que fez bem ao deixá-la ir. Porém, agora ele está de volta, e tudo o que consegue fazer é pensar em nela. Em tudo o que viveram. Em tudo que poderiam viver.

Mas as coisas não são tão simples assim. Shay não está em um bom momento. A carreira de roteirista ainda não aconteceu e a vida pessoal também não lhe dá trégua. O retorno de Landon a deixa muito confusa, pois apesar da mágoa, ela sabe que ele fez o que tinha que fazer para se ajudar.

Para terem um futuro, Landon e Shay terão que ficar em paz com o passado, superar os problemas do presente e compreender que o futuro nem sempre será fácil, mas poderá ser muito bonito.

"Sometimes you have to walk through the darkness for a while before you're able to reach the light."
"And what about you? What about your light?"
"I'm seeing a little more of it each day."
"Às vezes você tem que caminhar na escuridão por um tempo antes de poder alcançar a luz."
"E quanto a você? E quanto a sua luz?"
"Estou vendo um pouco mais dela a cada dia."

••••••••••

Como vocês puderam perceber, esta é uma resenha dois em um. O motivo? O segundo livro do dueto Landon & Shay é desnecessário e eu não iria desperdiçar o tempo de vocês - e o meu - escrevendo uma resenha para cada um, seria contraproducente. Landon & Shay possui um tema pesado e muitas vezes sufocante, o que explica a decisão de Brittainy C. Cherry em dividi-lo. Porém, a segunda parte torna-se cansativa, dando voltas e mais voltas em torno do mesmo lugar.

Landon & Shay funcionaria melhor em um volume único. Juntos os livros possuem mais de seiscentas páginas, mas a história que realmente importa poderia ter sido contada em quatrocentas, talvez quatrocentas e cinquenta páginas. Eu não me sinto confortável falando isso, afinal, ninguém melhor para conhecer uma história do que o próprio autor, neste caso autora, que a escreveu; todavia, como leitora, essa foi a impressão que ficou. Contudo, a leitura dos dois volumes do dueto Landon & Shay não deixou de ser maravilhosa.

Se você não estiver em um bom momento, desaconselho a leitura. Por mais que a mensagem, no fim das contas, seja positiva, ao longo da leitura há muitos pensamentos repletos de desesperança e melancolia. Tudo muito bem trabalhado pela autora, mas não deixa de ser uma leitura que suga muito a gente. Tenham isso em mente.

Para quem não sabe, Landon e Shay são personagens de Eleanor & Grey, livro que acaba de ser lançado pela Editora Record cuja resenha vocês podem conferir AQUI. Landon é o melhor amigo descolado e meio rebelde de Grey, já Shay é prima da protagonista Eleanor.

Por fora, Landon é a epítome do boyzinho popular: cheio de malemolência, boa lábia, piadas inoportunas e, claro, boa aparência. Só que por dentro, Landon padece. Ele sofre de depressão e criou essa persona para tentar sobrepô-la a sua dor. Entre os episódios, Landon finge. Durante, Landon sofre. Sozinho. Há toda a questão dele achar que terá o mesmo destino de Lance e isso o consome ainda mais, pois isso faz com que ele não veja perspectiva em nada. É doloroso acompanhar Landon e é revoltante observar que sua própria família não lhe dá a devida atenção. A depressão é uma doença silenciosa, mas os pais de Landon são realmente péssimos. Os únicos que realmente prestam atenção e conseguem perceber que Landon luta para não submergir são Greyson e Mima, empregada doméstica da família de Landon e avó de Shay.

Shay é uma jovem popular à sua maneira. Ela não faz parte de grupinhos, não é esnobe ou aquela que todos querem copiar. Shay é popular porque é boa, simpática, atenciosa e está sempre disposta a prestar atenção em tudo o que as pessoas têm a dizer. Todos, menos Landon Harrison.

Landon & Shay faz um bom trabalho ao mostrar que a gente não deve nunca julgar ninguém pelas aparências, pois o que acontecia entre Landon e Shay era exatamente isso. Ele a julgava e se ressentia por ela parecer estar sempre de bem com a vida enquanto ele tinha tantos demônios para enfrentar. O que Landon não sabia, antes de conhecê-la, era que Shay tinha sim seus próprios problemas. Já Shay julgava Landon por não concordar com seu comportamento sem se dar conta de que ele apenas queria ser visto. Suas atitudes eram pedidos de ajuda, mas ninguém conseguia ouvir.

A aposta que os dois firmam é o de menos nessa equação toda. Lá no fundo eu fiquei com a sensação de que eles queriam se desbravar. Landon parecia querer descobrir porque Shay estava sempre tão feliz enquanto ela parecia querer descobrir se existia algo mais além da fachada de Landon.

Não vou ficar discorrendo sobre o decorrer da aposta nem sobre eles fazerem segredo quanto ao romance, pois é o que menos importa e a resenha já vai ficar enorme. O que realmente importa é a jornada de Landon e Shay. Landon amava Shay que amava Landon, mas o amor é suficiente? Ao contrário do que muitas histórias dão a entender, não é. O amor sozinho não cura absolutamente nada, e os personagens sabiam disso. A maior prova de amor que Landon poderia dar para Shay era se afastar para tentar amar a si próprio em primeiro lugar. E a maior prova de amor que Shay poderia dar para Landon era entender isso.

Há o afastamento, a perda de contato, as transformações na vida de ambos...

Agora adultos, Landon é um ator famoso e a carreira de Shay ainda não aconteceu. O reencontro demora, mas acontece. E aqui, mais uma vez, Brittainy acertou muito, pois não é como se ambos retomassem o que há muito tempo tinham perdido. Landon e Shay precisam se conhecer novamente e o melhor de tudo é que a autora não criou algo como "Olhe, estou curado e voltei para você.". Landon não está curado! Ele procurou ajuda, toma os medicamentos certos nas doses certas, se mantém nos trilhos e entende que a sua maior prioridade precisa ser ele mesmo. Sempre! Eu fiquei muito satisfeita, pois isso torna a leitura muito mais crível e relacionável.

Daí em diante, Brittainy começa a desenvolver a retomada dessa relação, e foi aí que a história perdeu um pouco o ritmo e se tornou cansativa. Há o remoer de diversas situações desnecessárias, e isso me cansou tanto que larguei o segundo livro por dois meses antes de finalmente finalizá-lo. Porém, o saldo foi positivo e os livros do dueto Landon & Shay são sim belas histórias, principalmente por tratarem com a devida importância um tema ainda envolto em tanta desinformação e preconceito.

Em Landon & Shay, Brittainy ainda aborda tráfico de drogas, uso de entorpecentes e suas consequências e relacionamentos abusivos. No geral, dentre os livros da autora que li, acho que foi a história mais pesada e crua. Ela não teve medo de mostrar o lado feio das coisas, mas deixo bem claro de que não se trata de um romance dark, é apenas um jovem adulto/romance contemporâneo que fala sobre coisas difíceis e reais.

De personagens secundários temos os já conhecidos personagens de Eleanor & Grey, que aparecem algumas vezes na história. Shay tem uma relação de muita cumplicidade com Karla, filha mais velha de Grey, que por sua vez também tem uma relação de muita cumplicidade com Landon, a quem ela chama de tio. Quem leu Eleanor & Grey sabe o que a menina enfrenta. Landon também sabe, por isso procura sempre conversar com Karla a respeito disso.

Há também Mima, que dá os melhores conselhos; a mãe de Shay, que viveu a maior parte da vida em um relacionamento super tóxico e agora quer um novo recomeço; o pai de Shay, que não é flor que se cheire; Monica, um casinho da adolescência de Landon que vive no fio da navalha; enfim, vários personagens super interessantes e que enriquecem ainda mais as tramas do dueto Landon & Shay.

Ambos estão disponíveis no idioma original no Kindle Unlimited, que foi por onde eu li, mas com certeza chegarão por aqui. Os arquivos estão bem formatados, sem quebras e os capítulos de ambos são narrados alternadamente pelos dois protagonistas.

Em suma, o dueto Landon & Shay foram leituras super agradáveis mesmo com a ressalva da enrolação. O primeiro é superior, mas o segundo ainda tem lá seus bons momentos. E lembrem-se: depressão não é frescura, tenham empatia!

Está precisando de ajuda? Ligue 188 - Centro de Valorização da Vida. SUA VIDA IMPORTA!
💛💛💛


43 comentários

  1. Oi, Tamires como vai? Que resenha incrível! Parece-me um livro bastante envolvente, apesar de haver certa enrolação na trama, o que acarretaria um número menor de páginas. De todo modo é uma obra que eu leria se tiver oportunidade. Os temas abordados são importantes de serem mostrados em livros. Que bom que gostou de o ler. Abraço!


    https://lucianootacianopensamentosolto.blogspot.com/

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  2. Oi, Tami!

    Uau, que resenha completa e bem descrita, adorei!! O que parecia ser só um clichê new adult, envolvendo apostas e os dois se apaixonando, na verdade pelo visto vai muito além disso, tratando de um tema mais pesado e importante. Sério, fiquei muito curiosa de ler!! Parece ser muito bom!!

    xx Carol
    https://caverna-literaria.blogspot.com/

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  3. Oi Tamires,
    Consegui entender tudo pela sua resenha, o que é pesado, o que é legal... Ótima resenha! Vou ler primeiro Eleonor e Grey para depois ver essas continuações. A sua decisão de juntar os dois numa resenha achei super legal. Deu pra ver tudo mesmo.
    Obrigada pela resenha.
    Bjo
    https://www.kelenvasconcelos.com.br/

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    1. Lê Eleanor & Grey primeiro sim, é bom pra ter o primeiro contato com a Shay e o Landon.

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  4. aaa amei a resenha. Eu já li outros livros da autora e amei a escrita, e esses parecem tão bons. Pois por mais que comece que clichê jogo de aposta, acaba se tornando algo cheio de pontos importantes.
    Vou procurar ele
    beijos
    https://www.dearlytay.com.br/

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  5. Adoro um romance que começa com um casal que se odeia hahaha essa parece ser uma história linda e não tão clichê quanto parece!
    Beijoss, Blog Seja Agridoce ♥️♥️♥️

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  6. Oi, Lu
    Concordo em gênero e grau, inclusive eu gostei muito da primeira parte. Achei pesado, mas eu não senti todas as sensação que tive com Eleanor & Grey, e por isso foi uma leitura mais impactante, apesar de não tão emocionante. Mesmo assim eu amei acompanhar o Landon e a Shay na adolescência. Mas quando eles cresceram, não sei, as coisas desandaram. Eu achei o Landon um porre, nessa de depressão sem fim. Eu sei que essa é a mensagem da autora, mas meu Deus, foi cansativo, ele pesou a trama inteira. E depois disso não consegui mais me conectar com os personagens. Toda aquela sensação gostosa do primeiro acabou e eu achei o resto ok.
    Beijo!
    http://www.capitulotreze.com.br/

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    1. Mas é a doença, né. Depressão às vezes não tem fim mesmo não, apenas controle. Eu achei excelente, o que destoou foi o excesso de páginas.

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  7. Oii amei sua resenha... Que lindo incrível... Ainda não conhecia...
    Já estou seguindo você,se puder retribuir lá no meu blog...
    Beijinhos
    Cátila Santos

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  8. Olá, Tamires.
    Lá no começo do livro me interessei por conta da aposta, porque gosto desse tipo de clichê, mas do resto não. Pelo menos no momento estou fugindo de histórias pesadas como essa. Mas gostei de saber que a autora soube tratar sobre o assunto. Porque já estou cheia de ver livros onde o amor cura tudo, e a gente sabe que doenças não se curam sem ajuda de um profissional.

    Prefácio

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    1. Verdade, Sil. Tem uns livros que romantizam muito o amor.

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  9. Oi Tami,
    A Pâm do Interrupted Dreamer é APAIXONADA pela Brittainy, uma fã de carteirinha e está me indicando há tempos para ler essa série da autora.
    Estou esperando uma promoção do livro 1 para adquirir o meu em português, se eu me empolgar, até arrisco a ler este em inglês. A parte dramática é o que mais me chama a atenção, depressão é um tema que sempre procuro para ler.
    beijos
    http://estante-da-ale.blogspot.com/

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  10. Eu nunca li os livros dessa autora, mas eu já simpatizei pelo fato de ela trabalhar tão bem os personagens, ao ponto de torná-los críveis. Eu vou esperar chegar em português para ler esse livro. Amei sua resenha, super completa e me deixou bem curiosa mesmo, e olha que não sou chegada a livros que tenham esses gatilhos.
    Bjks!

    Mundinho da Hanna
    Pinterest | Instagram | Skoob

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  11. Oi Tami! Quando li NUnca, Jamais eu senti o mesmo, que tudo poderia ter sido apresentado em um volume só e não três. O segundo é bem enrolado. Sobre esta obra da sua resenha, eu sou gamada nas histórias dessa autora, mesmo com toda essa carga dramática pesada. Eu estou ansiosa para ler Eleanor e depois este aqui.
    Bjos!! Cida
    Moonlight Books

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  12. Oi Tami, tudo bem?
    Que desânimo quando um autor enrola mais do que precisa, né?
    Eu tenho valorizado cada vez mais obras que vão direto ao ponto - mesmo que o nº de páginas pra isso seja extenso.
    Essa leitura não faz muito meu gênero, mas fico feliz que tenha sido positiva no balanço geral.
    Beijos,

    Priih
    Infinitas Vidas

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  13. Oi, Tami!
    Pela premissa, não imaginava que a leitura abordaria tantos temas pesados e gatilhos! Parecia ser um clichê bobo qualquer, mas vejo que a leitura é bem mais densa do que isso.
    Não sei se leria no momento, por causa dos gatilhos. Mas que bom que foi uma boa leitura, apesar das ressalvas :D
    A resenha ficou incrível!

    Estante Bibliográfica

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  14. Essa mulher só escreve drama matador ne? Misericordia. Recentemente descobri um dela que eu tenho vontade de ler. Acho que em breve devo me aventurar e conferir.

    Abraços
    Emerson
    https://territoriogeeknerd.blogspot.com/

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  15. Adorei a resenha, mas achei péssimo pela autora enrolar. Entrou na minha lista de desejo pois eu amo um livro que começar com clichê - a adolescente romântica em mim pula de alegria hahaha.

    Beijinhos
    Renata

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  16. Oie, tudo bem?
    Ainda não conhecia, mas curti a sinopse, valeu pela dica
    Blog Entrelinhas

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  17. Misericórdia, quantos gatilhos! Haha. E a capa mostra algo tão leve...
    Apesar da ressalva da enrolação, fiquei com vtd de ler os livros por que me identifiquei com a história, uma pena que ainda não tenha em português, então vou ter que esperar.
    Eu tenho TAG, TOC e depressão química. Por causa das minhas crises de depressão e ansiedade, em 2011, meu marido, que na época ainda era namorado, resolveu se afastar por que ele acreditava que nosso namoro estava me deixando muito preocupada e esgotada. Em 2014 nós voltamos a namorar e ele me ajudou a começar meu tratamento médico, que eu continuo fazendo até hoje. Nos casamos e somos felizes. Portanto, o amor é sim muito importante, mas não é ele que vai curar depressão e outros problemas psiquiatricos, é mesmo necessário procurar ajuda profissional, tendo o apoio de quem se ama.
    Beijo, Blog Apenas Leite e Pimenta ♥

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    1. Obrigada por dividir sua história, Leslie! <3 Acho que você vai se identificar bastante sim!

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  18. Oi Tami, tudo bem?

    Gosto muito da narrativa da Brittainy C. Cherry e mesmo que os últimos dois livros que eu li dela, não tenham correspondido as minhas expectativas, estou bastante curiosa para ler esse novos lançamentos dela. Já estão na minha lista!

    Beijos;*
    Ariane Reis | Blog My Dear Library.

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  19. Chocadíssima com esse aviso de gatilho. E ainda bem que tu explicou esse lance de ser duologia porque eu fiquei meio perdida ali no começo.
    Bem... fora Vergonha, os livros da Brittainy não me interessam tanto, então nem me animo pra ler esse. Fora que, pelos teus comentários, poderia mesmo ser somente um. Por isso parei de acompanhar séries de romances que acompanham somente um casal porque eu tenho a sensação que a autora fica caçando treta pra eles kkkkk
    Beijos
    Balaio de Babados

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    1. História sobre um casal só que tem mais de um livro eu também evito.

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  20. Eu curto demais a maneira como ela escreve, sempre fico presa na leitura e não largo os livros até terminar.
    Esse eu já tinha visto a capa mas, não li, não tenho a previsaão de leitura mas, com certeza já vai para a minha lista.
    Amei saber que gostou apesar da enrolação.
    Beijos.


    https://www.parafraseandocomvanessa.com.br/

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  21. Oi Tami, tudo bem? Eu gostei bastante da premissa, da aposta, mas a enrolação complica bastante a leitura. De qualquer forma, ainda pretendo conferir.

    Bjs, Mi

    O que tem na nossa estante


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