20 de maio de 2021

Resenha | A Rosa da Meia-Noite - Lucinda Riley

Livro cedido em parceria com a editora.

Autora: Lucinda Riley

Tradutora: Fernanda Abreu

Número de páginas: 544

Ano: 2021

Editora: Arqueiro

Skoob: AQUI

Compre: Amazon
Sinopse: Vinda de uma família nobre, mas empobrecida, Anahita nutre uma forte amizade com a obstinada princesa Indira, filha do marajá. Escolhida para ser sua acompanhante oficial, ela vai para a Inglaterra com a amiga logo antes do início da Primeira Guerra. Lá, conhece Donald Astbury – o relutante herdeiro de uma magnífica propriedade – e sua mãe manipuladora.

Noventa anos depois, Rebecca Bradley é uma estrela de cinema americana reverenciada por todos. Quando seu turbulento relacionamento com o namorado famoso toma um rumo inesperado, ela fica aliviada por poder se refugiar da mídia em Dartmoor, uma remota região britânica, para gravar seu novo filme.

Logo após o início do trabalho no decadente casarão de Astbury Hall, chega à locação Ari Malik, bisneto de Anahita, buscando investigar o passado de sua família. É então que ele e Rebecca começam a desvendar os segredos sombrios que há tempos assombram a dinastia de Astbury...


Ficamos as três sentadas em silêncio, e senti uma náusea me dominar. Maud Astbury tinha destruído uma geração, e agora haviam lhe dado o poder de destruir outra.


Jaipur, Índia, 1911. Anahita Chavan é uma menina de onze anos que não conhece o luxo, mas conhece o amor e sempre foi incentivada por Kamalesh, seu pai, a ser mais do que esperam que ela seja. Tira, sua mãe, é uma baidh, uma espécie vidente/curandeira a quem Anahita auxilia e de quem um dia herdará os mesmos dons. Quando Kamalesh morre inesperadamente, o sustento de Tira e Anahita fica prejudicado. As duas, então, passam a morar na zenana do Palácio da Lua, onde uma prima de Tira é marani. Nesta época, a Índia ainda era colônia da Inglaterra e haveria uma grande comemoração em Délhi para celebrar a coroação de Jorge V. É lá que Anahita conhece a princesa Indira, filha do marajá de Cooch Behar, de quem se torna grande amiga e acompanhante. 

No ano seguinte, Anahita e Indira partem para estudar na Inglaterra. Em 1914, porém, o início da Primeira Guerra Mundial passa a impedir a livre circulação de pessoas e voltar para Índia é algo fora de cogitação. Por este motivo, durante as férias, as duas passam a ser hóspedes em Astbury Hall, uma suntuosa mansão em Dartmoor, região de charneca localizada no condado de Devon. A residência pertence a Maud Astbury, viúva do ex-residente britânico de Cooch Behar. Anahita e Donald Astbury, filho mais novo de Maud, ficam muito próximos durante o período que antecede a partida do rapaz para a guerra. Ao longo da mesma, os dois se correspondem e seguem nutrindo um carinho genuíno e uma mútua admiração, até que a guerra chega ao fim e o reencontro acontece. Quem não fica nada feliz com esta situação é Maud, que quer ver o filho casado com uma herdeira que possa garantir o futuro de Astbury Hall. E ela não medirá as consequências de seus atos até conseguir o que deseja.

Com o passar dos dias, fui me dando conta de que eu estava presa num limbo. Fora criada num palácio, mas era pobre; estava sendo educada na Inglaterra, mas era da cor errada para usar minhas habilidades. Não pertencia à classe trabalhadora, mas não era aristocrática o suficiente para ter direito a um bom casamento.

Darjeeling, Índia, 2000. Toda a família de Anahita está reunida em comemoração ao seu aniversário de 100 anos. Anahita nunca se recuperou totalmente da perda que sofrera quando era jovem e passou a vida tentando encontrar respostas. Seu tempo, porém, está acabando, e ela precisa que sua missão continue. Anahita delega a função para Ari Malik, seu bisneto, que não aceita o imbróglio de bom grado e o deixa de lado por muitos e muitos anos.

— Por que eu, Nani? Por que não entregar esta história para a sua filha ou para o meu pai?
Anahita o encarou.
— Porque a história que você está segurando nas mãos pode ser o meu passado, Ari, mas também é o seu futuro.

Dartmoor, Inglaterra, 2011. Ari está passando por um momento difícil por conta de uma desilusão amorosa causada por ele mesmo. Em um dia particularmente ruim, Ari lembra da história que Anahita havia lhe entregado onze anos antes e começa a lê-la. O que ele encontra nas páginas envelhecidas pelo tempo lhe intriga profundamente, e ele parte para Inglaterra a fim de finalmente dar continuidade a missão deixada por sua bisavó. 

A atriz norte-americana Rebecca Bradley acaba de chegar em Astbury Hall para filmar uma produção de época e imediatamente é arrebatada pela mansão. Ela é muito bem recebida por Anthony, lorde do lugar, ainda que o título não valha mais nada. Anthony é muito reservado e se mantém distante de todas as pessoas envolvidas na produção do filme, porém, por alguma razão, com Rebecca é diferente. Ela não se incomoda com o tratamento que lhe é dispensado, até que algumas coisas começam a lhe intrigar

Em dado momento, Ari chega fazendo perguntas sobre Anahita. Anthony, esquivo, não é de muita ajuda. Interessada, Rebecca começa a querer saber mais sobre a vida da indiana. Juntos, eles vão descobrir a verdade. A de Anthony, a de Anahita e a deles próprios.

Ari atravessou o hall e saiu pela porta da frente para a noite silenciosa e estrelada. Enquanto caminhava em direção a seu carro parado no pátio, ficou pensando na conversa com Anthony. Não o conhecia bem o suficiente para saber se ele apenas ignorava o passado, e por isso era tão protetor em relação aos seus antepassados que não conseguia suportar encarar a verdade. Ou se ele sabia mais do que estava demonstrando.

••••••••••

Sabe aquele livro que a gente tira da estante já sabendo que vai ser uma leitura daquelas? Esta é a sensação que eu tenho com todos os livros de Lucinda Riley. Com A Rosa da Meia-Noite, claro, isto não foi diferente. Com uma escrita primorosa, a autora nos presenteia com uma história que explora a exuberância da Índia de maranis e marajás, com uma trama de segredos e mentiras escondidos entre as paredes da mansão de uma família da aristocracia inglesa e com os encontros e desencontros de um amor proibido. Tudo isso, claro, em meio a uma narrativa que mescla passado e presente, uma das marcas registradas da autora.

A Rosa da Meia-Noite é um livro muito difícil de ser resenhado por conta da complexidade se sua história. Há muitos acontecimentos, muitos personagens e diversas alternâncias temporais que se estendem do começo ao fim da história.

Anahita Chavan é uma das personagens mais altruístas que a literatura já me apresentou. Ela cresceu livre de sentimentos ruins e sua alma pura não foi corrompida nem pelas mais perversas atitudes de terceiros para com ela. Uma pessoa boa como Anahita não merecia sofrer, porém, infelizmente, não é isso o que acontece. Acompanhamos a protagonista desde sua tenra idade até seus cem anos; durante todo este tempo, ela come o pão que o diabo amassou e passa a vida à procura de respostas. Ao longo deste longo e tortuoso caminho, em certos momentos, a benevolência da protagonista chega a causar certa revolta, mas há beleza em seu calvário e durante o mesmo nós aprendemos muito sobre resiliência, fé e esperança.

Já Ari Malik, bisneto de Anahita, não poderia ser mais diferente da bisavó. Ainda que seja uma boa pessoa, Ari é ambicioso e sempre coloca o trabalho em primeiro lugar. Ele encara a tarefa deixada por sua avó com grade ceticismo, mas em sua busca pela verdade de Anahita, Ari encontra a sua própria verdade. Assim como Ari, Rebecca precisa se encontrar. Apesar da vida glamourosa que leva, a jovem atriz encontra-se em uma crise existencial e ainda por cima se vê no meio de um relacionamento midiático com um decadente ator viciado em drogas.

Astbury Hall é praticamente um personagem nesta história. Este é o terceiro livro de Lucinda que leio onde uma casa histórica possui praticamente vida própria. A autora utiliza este artifício muito bem, tornando a mansão um portal que liga o tempo e a história destes personagens. E é em Astbury Hall, mas precisamente em seu passado, que nos deparamos com personagens que têm papel de destaque na vida de Anahita.

Donald, grande amor da protagonista, é um personagem agridoce. Ainda que eu sentisse que seu amor por Anahita era genuíno, sua fraqueza e insegurança me incomodavam. Muito! Donald sentia a pressão de ser um Astbury e se deixava ser dominado por Maud, sua detestável, amarga e preconceituosa mãe.

Donald e Anahita se conhecem às vésperas da Primeira Guerra Mundial. Ainda que este triste acontecimento de nossa história não tenha um papel de grande destaque na narrativa, podemos sentir a mudança no tom da mesma antes, durante e depois, porque, querendo ou não, os personagens são afetados de alguma maneira. Preocupações outrora longínquas tornam-se urgentes, como é o caso do futuro de Astbury Hall. Maud faz de tudo para impedir que Anahita e Donald fiquem juntos, ainda que isso custe a felicidade de seu filho. Tudo para não perder a glória do nome, o status social e "pureza" da linhagem. 

Ainda sobre os personagens, não posso deixar de mencionar Indira e Anthony. A primeira é a melhor amiga de Anahita e é extremamente mimada! Como filha de uma marani e um marajá, Indira nunca teve nenhum desejo negado e chega a tratar as pessoas como objetos que ela usa até se cansar. Indira é aquele tipo de pessoa que quando é boa, é muito boa, mas quando é indiferente ela é péssima. A amizade, inclusive, tem alguns momentos bem tóxicos que eu não consegui engolir. Anthony, por sua vez, é uma grande incógnita. Como o último Astbury remanescente, é nele que Ari deposita as expectativas de sua busca por respostas.

Há muitos outros personagens interessantes, mas não posso discorrer sobre todos eles. Apenas saibam que vocês encontrarão uma gama de personagens interessantíssimos; personagens estes que erram, acertam, sofrem, choram, sorriem, pecam, se redimem. Ou seja, personagens humanos como você e eu.

A Rosa da Meia-Noite é um romance histórico, mas no livro também podemos encontrar uma boa dose de drama e até mesmo elementos sobrenaturais. Tira, mãe de Anahita, possuía dons que foram herdados por sua filha. A abordagem deste plot é singela, mas faz todo sentido dentro da proposta da história e vai de acordo com a maneira como a cultura indiana e seu misticismo são apresentados. E por falar em cultura indiana, Lucinda Riley nos leva em uma incrível viagem! Sem ser prolixa, a autora descreve cenários, roupas, ornamentos, construções... é uma narrativa bastante imersiva e empolgante.

A Rosa da Meia-Noite é um livro longo, mas nada cansativo. Com uma excelente tradução de Fernanda Abreu, Lucinda detalha 100 anos de história ora em primeira pessoa, no passado, ora em terceira, no presente. O livro já havia sido publicado anteriormente no Brasil e este ano ganhou uma nova casa, a Editora Arqueiro, e uma nova identidade visual com esta capa maravilhosa. Ao longo de 49 capítulos e um epílogo, Lucinda nos conta uma incrível e inesquecível história. Tive apenas duas ressalvas, uma envolvendo Rebecca e sua possível ligação com os Astburys e uma envolvendo a história de Anthony, porém, minha experiência com a leitura não foi nem um pouco prejudicada.

A cada novo livro de Lucinda Riley que leio, mais fã eu me torno. Quem ainda não deu uma chance para a autora não sabe o que está perdendo. Lucinda conta histórias como ninguém, não perca a oportunidade de conhecê-las.


23 comentários

  1. Oi, Tamires. Como vai? A capa deste livro é tão bonita, posso imaginar o quão prazerosa e agradável é este livro. É bom te ver feliz e satisfeita novamente, depois de tudo que passou. A leitura tem este poder de nos fazer sonhar por um tempo, enquanto imersos em suas páginas. Romances históricos costumam me agradar bastante, pois em sua maioria são riquíssimos em cultura. Adorei a resenha está impecável. Parabéns. Abraço!


    https://lucianootacianopensamentosolto.blogspot.com/

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  2. Oi Tami, como você está?
    Li uns dois livros da Lucinda e que mulher impecável!
    Minha mãe tem esse livro aqui na edição da Novo Conceito, quero muito ler, sei que vai ser uma deliciosa trajetória. Ela sabe me emocionar!
    beijos
    http://estante-da-ale.blogspot.com/

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  3. Oie, tudo bem?
    Acredita que ainda não li nada da autora?! Preciso começar logo haha
    Blog Entrelinhas

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  4. Oi Tamires, tudo bem?
    Ainda não li nada da autora, mas só vejo elogios e sua resenha me deixou totalmente encantada. Achei a premissa muito interessante e realmente parece bem mais complexa do que aparenta - adoro quando isso acontece!
    Lindo trabalho em seu blog, já estamos te seguindo por aqui.
    Beijos, Fantasma Literário

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Olá Tamires
    Que ótimo ver sua nota para esse livro!
    Comprei esse livro recentemente mas é da edição Nova Fronteira .
    Espero ler em breve
    Ótima resenha!!

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  7. Oi, Tami
    Apesar de amar livros de época, eu tenho um sério problema com histórias que fazem esse passeio temporal se não for um romance de época. Simplesmente não rola comigo, mas Lucinda Riley é uma autora que eu quero ainda conhecer, principalmente pelas boas indicações!
    Beijo
    https://capitulotreze.com.br/

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  8. Olá, Tamires.
    Eu conheci a Lucinda porque estava atrás de livros que mesclam histórias no presente e no passado. E depois disso virei fã e quero ler tudo o que essa mulher escreve. Ela é uma autora excepcional e está muito além de outros autores do gênero. Esse eu ainda não e já está na minha lista. Mas por enquanto estou dando preferencia para série das irmãs. E inclusive acabei de ver que entrou o sétimo livro da série em pré-venda e já preciso hehe.

    Prefácio

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  9. OI Tami! Este foi o segundo livro dela que li e me apaixonei, na sequencia li outros dois e quero ler todos. Eu amei esta história, a forma como tocou meu coração e me fez chorar em alguns momentos. É um livro que indico para todo mundo. Bjos!! Cida
    Moonlight Books

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  10. Oi Tami, tudo bem?
    Sua resenha deixou transparecer o quanto esse livro mexeu com você. Como essa sensação é boa, né? Faz muito tempo que não leio romances históricos, mas gostei dessa dica especialmente por trazer uma ambientação/cultura diferente do que costumo ver nos livros que leio.
    Beijos,

    Priih
    Infinitas Vidas

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  11. Oi Tami, tudo bem?

    Sempre que vejo uma resenha dos livros da Lucinda, fico me perguntando por que ainda não li nada da autora. As história dela parecem ter tudo o que adoro em bons livros.

    E cá entre nós, quando a narrativa é boa, 500 páginas se transforma em 100 de tão envolvidos que ficamos com a obra.

    Beijos;***
    Ariane Gisele Reis | Blog My Dear Library.

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  12. Oi Tamires, tudo bem?
    Eu tenho muita vontade de conhecer a escrita da autora, mas sempre acabo adiando. Achei a trama muito interessante e já fiquei curiosa sobre os mistérios que envolvem a vida de Anahita.

    *bye*
    Marla
    https://loucaporromances.blogspot.com/

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  13. Oi Tami,
    Confesso que me perdi um pouco no meio dos nomes e títulos indianos apresentados na sinopse, mas aí depois, lendo a resenha, eu fui entendo do que se trata o livro, o que acabou me conquistando, pois eu amo a cultura Indiana e um mistério né?! Haha.
    Eu amei a capa do livro, está mesmo linda, e apesar de ser um livro relativamente grande, eu o leria, pois quando a história é boa, a leitura flui.
    Beijo, Blog Apenas Leite e Pimenta ♥

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  14. Oi
    eu realmente preciso ler livros dessa autora, só vejo elogios.
    Gostei da premissa da série, ainda mais porque se passa em vários anos.
    A história parece ser bem envolvente.

    http://momentocrivelli.blogspot.com/

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  15. Olá...
    Primeiro: PARABÉNS pela resenha! Segundo: penso o mesmo que você sobre as obras da Lucinda, sempre que pego um livro da autora pra ler já sei que vai ser algo grande e quem ainda não leu nem sabe o que tá perdendo, né?
    Esse livro está na minha lista de desejados e estou simplesmente loooooouca pra ler! Seus comentários a respeito me fizeram desejar a leitura ainda mais...
    Bjo

    http://coisasdediane.blogspot.com/

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  16. Essa capa é muito linda! Não sei se leria, mas amo quando os autores fazem de objetos/móveis um personagem na história
    Beijos
    Balaio de Babados

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  17. Gosto de livros que tem diversos personagens para conhecermos isso enriquece demais a história e foi o que mais me chamou a atenção no livro, dica mais que anotada.
    beijos.



    https://www.parafraseandocomvanessa.com.br/

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  18. Oi Tami,

    Não sei porque não li nada da autora até agora. As histórias dela parecem tão marcantes. Só vejo resenhas positivas.
    A capa é maravilhosa.

    Bjs e uma boa semana!
    Diário dos Livros
    Conheça o Instagram

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  19. Oi Tami, sua linda, tudo bem?
    Quando vi o nome da autora na sua resenha fiquei triste, ela faleceu semana passada. Além de ser uma grande perda para seus familiares, a literatura fica órfã de um grande talento. Eu li A Garota Italiana e amei e também alguns livros da série As sete irmãs que agora que está completa pretendo dar prosseguimento. Como você virei fã dela e quero ler todas as suas obras incríveis! Adorei sua resenha!
    beijinhos.
    cila.
    https://cantinhoparaleitura.blogspot.com/

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  20. Oi Tami, tudo bem?
    Que resenha linda e que mostra o quanto a história mexeu com você.
    Eu só li um livro dela há alguns anos atrás e na época não me fisgou, mas mesmo assim comprei mais dois livros que estão aqui ainda na espera de serem lidos.
    Fiquei muito triste com a notícia de sua morte essa semana. Com certeza seu talento fará falta.
    Bjus

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  21. Tamiiiiiiiiiiii
    Aaaah, começo esse comentário só a tristeza que a Lucinda faleceu.
    Que autora incrível, né?
    Preciso terminar a série dela das irmãs, mas eu amoooo!
    Nunca tinha lido nada sobre Rosa da Meia Noite, mas já me interessei muito pela sua resenha.
    Adoro livros interessantes, complexos, cheios de linhas temporais, amor, drama e culturas mostradas de forma rica e respeitosa.
    E gosto muito quando o cenário é de certa forma um personagem, como você diz ser o caso aí.

    Beijoooos

    Teca Machado
    Casos, Acasos e Livros

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  22. Olá minha linda, sei que já passei aqui para ler a resenha, mas hoje estou passando para saber como está e lhe desejar uma ótima semana.
    Beijos.


    https://www.parafraseandocomvanessa.com.br/

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  23. Olá,
    Precisei me ausentar no fim de maio até meados de junho por problemas de saúda e quando volto me deparo com a notícia da autora, nem imaginava.
    E me senti mal por não conhecer nada da obra dela e dizer algo. De tanto ler seus elogios é como se tivesse conhecido.
    Eu tenho esse por aqui, mas edição antiga, vi uns elementos que talvez me prendam. Apesar dos nomes de personagens difíceis kkkk acho que vou começar por ele.

    até mais,
    Canto Cultzíneo

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